Marketing Digital pode ajudar sua empresa durante a pandemia e a quarentena

Em março de 2020 a pandemia do COVID-19 ganhou mais força no Brasil, a quarentena tem sido algo comum para grande parte da população brasileira. Resultado: as pessoas estão mais tempo conectadas à internet.

Isso acentua o já grande uso da rede pelas pessoas e abre uma oportunidade para as empresas investirem mais no Marketing Digital do seu negócio, até porque agora que todos estão em quarentena, além da televisão, o melhor meio das marcas poderem alcançar seus clientes ou possíveis clientes é por meio do mundo online.

Diante de situações extremas sempre temos duas escolhas: Ficar parado ou escolher agir!

Os canais digitais NUNCA FORAM tão importantes como agora.

Manter a sua presença ativa é minimizar os impactos da pandemia no seu negócio.

Com o Marketing Digital, mesmo em tempos de quarentena, você pode manter o seu público, fornecedores e clientes informados sobre o seu negócio!

Também, é possível manter o seu posicionamento ativo através da sua estratégia de conteúdo.

Afinal, o mundo não parou! As pessoas ainda têm suas tarefas e problemas cotidianos e coisas boas continuam acontecendo.

Sendo assim, manter a sua audiência engajada com boas dicas, histórias e informações relevantes é essencial.

Personal trainers estão passando aulas gratuitas pelos stories, instrutores de yoga fazendo o mesmo. Grandes artistas fazendo “shows” ao vivo. Médicos atendendo por vídeo chamada.

Até os trabalhos mais “manuais” possíveis estão fazendo o uso da internet e de seus recursos para manter o relacionamento com os seu clientes.

Pensar positivamente em ações que podem ajudar as pessoas a se distrair, estudar e até mesmo evoluir neste momento estranho é uma ótima forma de construir um bom relacionamento marca X cliente – mesmo que você não esteja lucrando com isso.

REDES SOCIAIS

Com o maior tráfego de pessoas nas redes sociais durante a quarentena, especialmente no Instagram, no YouTube, no Facebook ou utilizando o TikTok, é essencial olhar para elas também. Já falamos aqui no blog da importância das redes sociais para sua empresa e, se você é profissional autônomo, também é essencial estar presente nas redes.

As principais vantagens de investir em redes sociais é que elas impactam quem você realmente quer ou precisa impactar, permitem medir resultados com mais precisão e ainda dão mais autenticidade à marca (quando bem utilizadas), aproximando-a dos clientes.

Você ou sua empresa não precisam estar em todas as redes: é interessante observar onde estão suas personas e focar nessas redes.

O DIGITAL GANHA FORÇA E VOCÊ PRECISA ESTAR NELE

Apesar de muitas áreas do mercado estarem sendo afetadas com essa pandemia, o digital ganha força, até porque muitos comércios que antes só ficavam nas ruas, agora terão que se adaptar para o mundo online.

Isso aumenta a concorrência no mundo digital e também valoriza a divulgação via internet, tendo em vista que esses novos negócios vão buscar fazer com excelência essa adaptação.

Por isso, e mais do que nunca, a sua empresa precisa focar em um bom Marketing Digital e se adaptar ao novo cenário de quarentena que estamos vivendo.

Nós, da PlinDigital, estamos aqui para ajudá-lo da melhor maneira neste momento. Juntos, vamos colocar a sua empresa bem presente no mundo online. Vem com a gente?!

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8 dicas simples de marketing digital que seus concorrentes provavelmente não sabem

Você sente que está atrasado em relação à concorrência e precisa de algumas dicas de marketing digital?

Como proprietário de uma pequena empresa, é muito fácil se sentir assim. Afinal, você não é uma grande empresa que pode contratar um exército de profissionais de marketing digital para acompanhar as últimas dicas de marketing digital.

Mas isso não significa que você não pode se tornar um exército de um homem / uma mulher.

Suas armas são seu conhecimento. Depois de ler este artigo, você poderá pegar suas armas e vencer seus concorrentes!

Existem muitas armas diferentes que podem levar você ao sucesso.

Mas a maioria dos seus concorrentes não sabe como manejá-los.

Este artigo se concentrará nas dicas mais populares de marketing digital. Eles são populares porque funcionam. Mas somente se você souber por que, como e quando usá-los.

Dicas de marketing digital acionáveis ​​para o seu negócio

1. Ovos em muitas cestas

Este é um erro que muitos empresários novatos cometem – tentando fazer tudo de uma vez com pouca experiência anterior.

Você configurou 10 contas de mídia social. Você configurou uma campanha PPC (PPC significa pay-per-click, um modelo de marketing na internet no qual os anunciantes pagam uma taxa cada vez que um de seus anúncios é clicado). Você define um cronograma rigoroso de blogs sobre um tópico que ainda não foi pesquisado adequadamente.

E o pior é que você nunca usou mais da metade dessas plataformas de mídia social no passado!

Soa familiar?

Se sim, então pare. O pior erro que um novo empresário pode cometer é tentar gerenciar muitas novas contas de mídia social ao mesmo tempo. Veremos esse erro na próxima seção.

Mas, por enquanto, a lição que queremos que você entenda é: menos é mais.Quando você está começando, foco e consistência devem ser seus objetivos principais.

Foco: se você tentar lançar várias campanhas ao mesmo tempo, não apenas ficará totalmente impressionado, como também terá dificuldade em determinar quais campanhas de marketing foram bem-sucedidas.

Consistência: essa será a chave para fazer seus negócios decolarem.

  • Ser consistente nas mídias sociais criará seguidores fiéis.
  • Ser consistente em seus blogs criará uma base de clientes fiéis e transformará perspectivas novas e frias em novos compradores.
  • Ser consistente em SEO significa que você economizará dinheiro a longo prazo, em vez de depender muito de publicidade paga.

Muitos pequenos empresários tentam fazer tudo de uma só vez e caem de cara no chão.

Mas você não precisa ser um deles. Seguindo essas dicas de marketing digital, você já estará à frente do jogo.

2. Encontre seu lugar nas mídias sociais

A maioria dos proprietários de pequenas empresas sabe que precisa estar nas mídias sociais. Afinal, a mídia social não vai a lugar nenhum. Em 2019, 79% dos americanos tinham um perfil de mídia social!

Para a maioria das marcas, esta é uma receita para o desastre.

Como novo proprietário de uma pequena empresa, seu objetivo deve ser encontrar seu lugar nas mídias sociais. Isso significa que, no começo, você deve se concentrar apenas em, no máximo, algumas plataformas de mídia social com as quais você já está se sentindo confortável.

Agora, após um tempo de marketing nessas plataformas, observe quantas interações você está recebendo.

Por exemplo, se o Instagram não estiver comprometendo você, siga em frente e foque na plataforma que oferece!

O objetivo aqui é encontrar as plataformas de mídia social que oferecem o mais alto nível de interações (curtidas, compartilhamentos e comentários).

E a lição aqui é: não se preocupe em desperdiçar seu tempo em uma plataforma se o seu público simplesmente não estiver lá!

Descubra onde está a maioria do seu público e publique nessas plataformas de forma consistente para criar seguidores leais nas mídias sociais.

3. Marketing de influência

O marketing de influenciadores é relativamente novo no campo das dicas de marketing digital. De fato, a maior parte da sua concorrência provavelmente nunca ouviu falar disso!

E para quem tem, provavelmente está fazendo o caminho errado.

Mas o marketing de influenciadores pode ser uma ferramenta muito poderosa quando usada corretamente.

Então, o que exatamente é o marketing de influenciadores?

Simplificando, significa que, em vez de fazer marketing diretamente para o seu público-alvo, você paga ou inspira pessoas influentes em seu nicho para divulgar suas informações.

Quando se trata de usuários de mídia social, os influenciadores são basicamente as referências mais fortes que sua empresa pode obter.

Por exemplo, uma pesquisa da Collective Bias mostrou que 30% dos consumidores têm maior probabilidade de comprar um produto recomendado por um blogueiro que não é celebridade.

O marketing de influenciadores é especialmente eficaz nos millennials, já que 70% dos consumidores millennials são influenciados pelas recomendações de seus pares na tomada de decisões de compra.

Portanto, você deve sempre estar atento a possíveis influenciadores futuros em seu nicho. Você deseja se envolver com eles para criar visibilidade da sua marca.

Então, o que outros proprietários de pequenas empresas erram com o marketing de influenciadores, você pergunta?

Muitos proprietários de pequenas empresas ainda pensam que fazer muitos blogs de visitantes (uma forma de marketing de influenciadores) e obter muitos backlinks aumentará o SEO e direcionará o tráfego.

Isso era verdade no passado, mas não mais. Hoje em dia, os proprietários de pequenas empresas precisam adotar cuidadosamente os blogs de visitantes e obter backlinks porque o Google reprimiu essa prática várias vezes no passado. O Google penaliza sites que abusam dessa prática, e não é isso que você deseja para seu novo site!

Agora, isso não quer dizer que os blogs convidados sejam inerentemente uma prática ruim. Longe disso! Mas isso não deve ser feito de maneira spam. Em vez disso, deve ser feito com os principais objetivos em mente:

  • Promoção da marca.
  • Construir credibilidade apoiando-se nos ombros dos gigantes da indústria.
  • Tocando em outra comunidade.

4. Não subestime ter uma lista de e-mail

Uma lista de e-mails é provavelmente um dos ativos mais valiosos e responsivos que você pode ter.

  • Valioso – a empresa de software de CRMHatchbuck descobriu que os clientes que compram produtos por email gastam 138% a mais!
  • Responsivo – de acordo com o QuickSprout, os assinantes de e-mail têm uma probabilidade três vezes maior de compartilhar conteúdo nas mídias sociais!

E, diferentemente de seus seguidores e fãs de mídias sociais, você é o proprietário de sua lista de email marketing.

Mas acredite ou não, muitos de seus concorrentes nem sequer pensam em ter uma lista de e-mail. Em vez disso, eles cometem o erro de pensar que podem se safar apenas construindo seguidores nas mídias sociais.

É claro que ter um forte número de seguidores nas mídias sociais é muito importante! Mas quando se trata de transformar perspectivas frias em clientes pagantes, o email marketing é uma das melhores maneiras de fazê-lo.

5. A regra 80-20 para o conteúdo

A regra 80-20 significa que 80% do seu sucesso virá de 20% dos seus esforços. Esta regra se aplica a praticamente tudo, inclusive ao seu conteúdo. Seu conteúdo pode ser criado em uma variedade de mídias diferentes.

Por exemplo: vídeos, seminários on-line, postagens em blogs, infográficos etc.

Então, como a regra 80-20 se aplica?

Simplesmente, 80% do seu conteúdo deve comunicar VALUE e 20% dele devem se concentrar em promoções. Conteúdo valioso significa conteúdo exclusivo, atualizado, oportuno, relevante e resolve problemas reais para seu público-alvo.

Seu sucesso virá de 20% de seus esforços, mas outros 80% são necessários para impulsioná-lo!

Muitos pequenos empresários têm o contrário. 80% do conteúdo de seu blog é excessivamente vendido e apenas 20% contém informações úteis ou valiosas!

Se você não está convencido sobre o valor da criação de conteúdo útil, reserve um momento para refletir sobre o fato de que as empresas com blogs recebem 67% mais leads do que as empresas sem blogs.

Outros benefícios de ter um blog incluem:

  • Obtendo mais tráfego direcionado.
  • Adiciona um elemento humano à sua marca, criando confiança e lealdade com seus clientes.
  • Econômico e simples de configurar.

6. Quando confiar no SEO

Todo pequeno empresário que se aventura no mundo das dicas de marketing digital já ouviu falar em SEO.

Ainda assim, muitos deles se esquivam disso porque acham que é complicado e consome muito tempo.

Embora essas duas coisas possam ser verdadeiras, o SEO ainda é a melhor maneira de direcionar tráfego livre para o seu site.

Mesmo algo tão simples como o nome da sua empresa pode influenciar sua classificação no mecanismo de pesquisa. De acordo com o Guia de SEO local da empresa de SEO, as empresas com uma palavra-chave forte em seu nome comercial classificam 1,5 pontos a mais que as empresas sem uma palavra-chave em seu nome comercial.

Em vez de focar em uma estratégia de SEO de longo prazo, muitas pequenas empresas gastam seu orçamento de marketing digital em anúncios PPC ao iniciar. Falaremos mais sobre isso na próxima seção.

Então, quais são as diferentes áreas que o SEO abrange?

Há um monte. Mas de um modo geral, estes são os principais:

  • Otimização de sites.
  • Otimização de página.
  • Otimização de dispositivos.
  • Edifício da ligação credível.

Existem muitas outras subcategorias dessas áreas principais. Por exemplo, o uso de palavras-chave é uma subcategoria de otimização de página.

Há muito o que aprender. Mas aprender e implementar o SEO proporcionará melhor visibilidade ao seu site nos mecanismos de pesquisa.

E para ter uma ideia de quão importante é o SEO para a visibilidade do site, você pode ver as atualizações anteriores do Google. Uma atualização muito importante do Google criou sites que não respondem a vários dispositivos digitais nem aparecem nos resultados da pesquisa!

Agora, felizmente, você não precisa aprender SEO sozinho, porque conhece uma agência de SEO(seus amigos na LYFE Marketing).

Mas você ainda deve aprender o básico do SEO e quais serão as expectativas de um especialista em SEO.

A contratação de um especialista em SEO vale a pena. O especialista em SEO ajudará você a realizar uma auditoria de SEO, que inclui a análise de como os usuários estão interagindo com seu site e suas plataformas de mídia social.

E, finalmente, não espere tráfego imediato de SEO. Isso pode acontecer, mas é bem raro. Em vez disso, procure publicidade paga para obter tráfego rápido.

7. Quando usar publicidade paga

Como abordamos na seção anterior, muitos proprietários de pequenas empresas gastam muito do seu capital de giro em PPC. Eles têm a ideia certa – gaste dinheiro em publicidade paga no começo para receber algum tráfego.

Mas, na ausência de um funil de vendas e de uma estratégia de SEO de longo prazo, eles começam a confiar no PPC para impulsionar a maior parte de suas vendas. Este não é um método de marketing digital sustentável por si só.

O erro deles é que eles acabam confundindo “mais tráfego” com “mais vendas”.

Mas tudo o que eles acabam fazendo é obter perspectivas mais friases em vendas. E na publicidade PPC em que você paga por cada clique, isso pode ficar caro se você não estiver fazendo conversões com seus cliques.

Mais tráfego é ótimo, mas sem um funil de marketing, você não obterá os melhores resultados.

Em vez disso, você deve seguir estas 3 etapas simples:

  1. Crie uma oferta relevante e atraente. Por exemplo, seu boletim informativo ou um e-book gratuito.
  2. Crie um ótimo conteúdo para o site.
  3. Crie anúncios PPC direcionados para levar as pessoas ao seu site.

Lembre-se de uma das dicas mais importantes de marketing digital – o tráfego não é tudo.

Um erro amador é esperar transformar perspectivas frias em compradores imediatos. Traga-os primeiro e depois os converta em compradores mais tarde.

8. Aprimore a experiência do usuário

Melhorar a experiência do usuário (UX) será a cola que une cada uma de suas estratégias.

A seguir, são apresentadas maneiras comuns e populares de fazer isso. Há também muito mais métricas e dicas de marketing digital para medir a experiência do usuário.

  • O conteúdo do seu site.
  • Os canais de comunicação que você usa.
  • Uma interface de usuário intuitiva (UI).
  • Velocidade de carregamento do seu site.
  • Navegação intuitiva no menu.
  • Chatbots para auxiliar na comunicação.
  • Um tom simples para o seu conteúdo.

Para fazer as melhores escolhas para essas diferentes áreas, você precisará aprender mais sobre seu público-alvo.

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10 razões pelas quais você precisa de uma estratégia de marketing digital

Por onde começar, se você deseja desenvolver uma estratégia de marketing digital? Ainda é um desafio comum, já que muitas empresas sabem como os canais digitais e móveis são vitais hoje para a aquisição e retenção de clientes. No entanto, eles não têm um plano integrado para crescer e envolver seu público de forma eficaz. Se a sua empresa não tiver um plano, você sofrerá com os dez problemas que destaco abaixo e perderá para os concorrentes mais informados digitalmente.

1. Você não tem direção

Acho que as empresas sem uma estratégia digital (e muitas que o fazem) não têm um objetivo estratégico claro para o que desejam alcançar on-line em termos de conquistar novos clientes ou construir relacionamentos mais profundos com os existentes. E se você não possui metas comos objetivos de marketing digital da SMART,provavelmente não coloca recursos suficientes para alcançá-las e não avalia através da análise se está atingindo essas metas.


2. Você não conhecerá seu público on-line ou sua participação no mercado

A demanda do cliente por serviços on-line pode ser subestimada se você ainda não pesquisou isso. Talvez, o mais importante, você não entenda o seu mercado on-line: a dinâmica será diferente dos canais tradicionais com diferentes tipos de perfil e comportamento do cliente, concorrentes, proposições , e opções para comunicações de marketing.

Existem ótimas ferramentas disponíveis nas principais plataformas digitais, onde podemos descobrir o nível de demanda dos clientes, recomendamos fazer uma análise de lacunas de pesquisa usando o planejador de palavras-chave do Google para ver como você está aproveitando a intenção dos pesquisadores para atraí-los para o seu site ou para ver quantas pessoas interessadas em produtos ou serviços ou setor você pode alcançar através do Facebook IQ.


3. Concorrentes existentes e iniciantes ganharão participação de mercado

Se você não está dedicando recursos suficientes ao marketing digital ou está usando uma abordagem ad-hoc sem estratégias claramente definidas, seus concorrentes vão comer o seu almoço digital!


4. Você não tem uma proposta de valor on-line poderosa

Uma proposta de valor do cliente on-line claramente definida, adaptada às diferentes personalidades-alvo do cliente, ajudará você a diferenciar seu serviço on-line, incentivando clientes novos e existentes a se envolver inicialmente e permanecer leais. O desenvolvimento de umaestratégia competitiva de marketing de conteúdo é essencial para muitas organizações, pois o conteúdo é o que envolve seu público-alvo através de diferentes canais, como pesquisa, social, marketing por e-mail e no seu blog.


5. Você não conhece bem seus clientes on-line

Costuma-se dizer que o digital é o “meio mais mensurável de todos os tempos”. Mas o Google Analytics e similares apenas informarão o volume de visitas, não o sentimento dos visitantes, o que eles pensam. Você precisa usar outras formas de ferramentas de feedback do usuário do site para identificar seus pontos fracos e depois resolvê-los.


6. Você não está integrado (“desintegrado”?)

É muito comum que as atividades de marketing digital sejam concluídas em silos, seja um profissional de marketing digital especializado em TI ou em uma agência digital separada. Dessa maneira, é mais fácil agrupar o marketing digital em um pedaço conveniente. Mas é claro, é menos eficaz. Todos concordam que a mídia digital funciona melhor quando integrada à mídia tradicional e aos canais de resposta.

Sempre recomendamos o desenvolvimento de uma estratégia de marketing digital integrada e, quando a Transformação Digital estiver concluída, as atividades de marketing digital farão parte do seu plano de marketing e dos negócios, como de costume.


7. O digital não possui pessoas / orçamento suficientes, dada a sua importância

Recursos insuficientes serão dedicados ao planejamento e execução do e-marketing e é provável que exista uma falta de habilidades específicas específicas de e-marketing que dificultem a resposta eficaz às ameaças competitivas.


8. Você está desperdiçando dinheiro e tempo através da duplicação

Mesmo se você tiver recursos suficientes, pode ser desperdiçado. Esse é particularmente o caso em empresas maiores, nas quais você vê partes diferentes da organização de marketing comprando ferramentas diferentes ou usando agências diferentes para executar tarefas semelhantes de marketing on-line.


9. Você não é ágil o suficiente para acompanhar ou ficar à frente

Se você observar as principais marcas online, como Amazon, Dell, Google, Tesco, Zappos, elas são todas dinâmicas – testando novas abordagens para obter ou manter seu público on-line.


10. Você não está otimizando

Toda empresa com um site terá análises, mas muitos gerentes seniores não garantem que suas equipes tenham ou tenham tempo para analisá-las e agir sobre elas. Quando uma estratégia permite que você aprenda o básico, você pode avançar para a melhoria contínua dos principais aspectos, como marketing de pesquisa, experiência do usuário do site, e-mail e marketing de mídia social. Portanto, esses são os 10 principais problemas que podem ser evitados com uma estratégia bem pensada.

Portanto, a boa notícia é que existem razões poderosas para criar uma estratégia digital e transformar seu marketing, que você pode usar para convencer seus colegas e clientes. E a Plin está aqui para ajudar você!

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SEO para YouTube: como atrair visibilidade para seus vídeos – Parte 2

Conforme prometido, segue a segunda parte do post sobre SEO para YouTube. Não conferiu a primeira parte? É só clicar no link: http:bit.ly/seoparayt

Bom, vamos ao que realmente interessa. Nessa parte daremos mais cinco dicas para você atrair mais visibilidade para seus vídeos.

1 – Conheça as palavras-chave que já levam tráfego para o seu canal

Se você já tem canal no YouTube há mais tempo, uma outra opção é descobrir palavras-chave que já levam tráfego para o seu canal e produzir mais conteúdo sobre aquele assunto.

Para descobrir essa informação, basta acessar o YouTube Analytics > tráfego > pesquisa do Youtube.

2 – Fique atento à duração do seu vídeo

Se você fizer uma pesquisa rápida no YouTube, verá que a maioria dos vídeos que ocupam as primeiras posições têm mais de 5 minutos de duração. O YouTube ranqueia bem os conteúdos que mantêm os usuários na plataforma por mais tempo, portanto, tente fazer vídeos mais completos sempre que possível.

Pense no exemplo dos blogposts, quanto mais complexo o tema, mais você escreve, certo? Só não caia na armadilha de falar muito tempo sobre um assunto que não rende tanto, isto pode surtir o efeito contrário na sua audiência e fazer com que eles abandonem o vídeo.

3 – Faça o uso de Tags

As tags são fundamentais tanto para as indexações quanto para quem está em busca de um assunto no YouTube. Não confunda com as tags do WordPress, por exemplo, que têm pouca influência para mecanismos de busca.

Inclua palavras-chave para definir o vídeo, inclusive a principal, é claro. Seja claro e fuja da linguagem técnica ou complicada. A ideia é ser uma informação simples e direta para o usuário. O YouTube vai usá-las, também, para sugerir seu vídeo quando o usuário está assistindo produções de outros canais, concluindo que são do mesmo tema.

O YouTube recomenda até 120 caracteres, incluindo os espaços, no total. Isso pode dar até 15 palavras. Para uma busca mais exata, faça uso de termos de cauda longa – 3 ou 4 palavras, no máximo. Mas, quais tags usar no YouTube?

Uma ideia bem útil é procurar as tags usadas nos vídeos mais visualizados dos seus concorrentes e avaliar a inserção delas nos seus. Lá no começo do texto a gente falou como fazer, lembra? Vai um pouco no que falamos sobre sugestões de vídeos relacionados.

Além disso, sempre tenha em mente a ideia de criar as tags em relação ao título do seu vídeo.

4 – Compartilhar e Incorporar

O Youtube disponibiliza o compartilhamento para a divulgação nas mais diversas redes sociais. Dentro do vídeo, você pode incentivar o usuário a fazer essa ação.

Já a incorporação faz com que seu vídeo possa ser indexado a blogs e outros sites. Leve seu vídeo tanto para suas URLs quanto a de parceiros. Lembre-se, tenha pertinência e sempre crie uma chamada para a propagação do seu vídeo.

Quanto maior a divulgação, maior são as chances do seu vídeo ser visualizado e maior a chance de ranqueamento no Youtube.

“Gostar” do vídeo, “Adicionar aos favoritos”, “Incluir em Listas de Reprodução”, “Links” para o vídeo também são fatores importantes para engajamento e ranqueamento no Youtube.

5 – Encoraje o usuário a se inscrever

Inscrições são muito importantes no YouTube.

Esse é um dos fatores que os algoritmos do YouTube usam para ranquear vídeos.

Curtir ou comentar em um vídeo é uma ação única. Mas inscrever-se significa que o usuário vai ver seu conteúdo regularmente.

Para o YouTube, esse é um fator importante, que reflete quanto valor você oferece.

Dica de profissional: Muitos YouTubers pedem aos usuários que curtam, comentem e se inscrevam ao mesmo tempo. Mas se você resolver priorizar uma dessas métricas, foque em encorajar as inscrições.

E aí, gostou do conteúdo?

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SEO para YouTube: como atrair visibilidade para seus vídeos – Parte 1

Sabe como divulgar seu Canal no YouTube da forma mais eficaz possível?

Usando técnicas de SEO para YouTube.

Se você acha que para ganhar espaço no YouTube basta fazer excelentes vídeos, com conteúdo de valor, um roteiro bem elaborado e uma boa edição, sinto dizer, mas só isso não é suficiente.

Ao finalizar todo esse processo, você começa a segunda etapa do seu trabalho: a otimização do SEO para YouTube.

O que é SEO para YouTube?

Antes de ver o que é SEO para YouTube, vale a pena voltar algumas casinhas e entender o que é SEO.

Search Engine Optimization é o conjunto de estratégias de otimização da experiência do usuário que visa melhorar o posicionamento de uma página nos mecanismos de pesquisa.

Engloba questões de programação, design, produção de conteúdo e relacionamento com outros sites, para que os buscadores considerem que aquela página é o melhor resultado para aquilo que o usuário busca.

Dito isso e explicado SEO de forma bem resumida, vamos entender agora o que é SEO para YouTube.

Sistemas de busca existem em muitos outros lugares da internet. Quando você acessa um site, por exemplo, geralmente existe lá uma busca, que vasculha os conteúdos internos. Nas redes sociais, também há um mecanismo de pesquisa interna.

É isso também que acontece no YouTube, que oferece o seu próprio sistema de busca para que os usuários encontrem facilmente os canais e vídeos que procuram.

E a plataforma tem bastante peso entre os buscadores da internet: este estudo de 2017 mostrou que o YouTube tinha um número maior de pesquisas que Yahoo! e Bing, por exemplo.

Portanto, as otimizações de SEO para YouTube que você fizer valem para a busca dentro da plataforma, mas também para disputar esse espaço na pesquisa do Google.

Como fazer SEO no seu canal do YouTube

Depois de entender como o YouTube determina a relevância dos seus vídeos, está na hora de descobrir como você pode usar as técnicas de SEO para atrair tráfego de qualidade e aumentar suas visualizações.

Faça um vídeo de qualidade

Pode parecer clichê, mas o primeiro passo para toda estratégia de SEO bem-sucedida é ter um conteúdo em vídeo de qualidade. Se o seu vídeo for ruim, ele não irá ranquear no YouTube, não importa o quanto otimizado para SEO ele seja.

Você não precisa de uma grande produção nem de um videomaker profissional, se o seu conteúdo entregar valor para quem está assistindo, ajudar a resolver um problema ou conduzir o espectador para o próximo estágio do funil.

No entanto, se você tiver dinheiro para contratar especialistas para produzir seu conteúdo, sugiro que faça isso! Acredite, esse gasto será compensado lá na frente quando você estiver atraindo tráfego qualificado para o seu canal.

Seja qual for o seu caso, enfatizar a qualidade na sua gravação é importante para proporcionar uma boa experiência para o usuário e, consequentemente, melhorar seu posicionamento no YouTube.

Aqui, é importante ficar atento ao início do seu vídeo. Segundo o próprio YouTube, você tem até 15 segundos para capturar a atenção do seu espectador, ou seja, é importante entregar alguma informação no início que o faça querer te assistir até o final.

Outra dica que ajuda bastante é inserir pequenas “quebras” no ritmo, para manter o seu espectador prestando atenção, especialmente se for um vídeo de você falando o tempo todo. Recursos de edição e até mesmo uma encenação são ótimas formas de fazer isto.

Escolha as palavras-chave para o seu vídeo

A escolha da palavra-chave pode ser determinante para o sucesso ou para o fracasso do seu vídeo.

Encontre o equilíbrio entre as categorias mais buscadas no YouTube e palavras-chave específicas do seu nicho. Só que aí vem a pegadinha: a palavra-chave escolhida também deve ter um volume de buscas relevante para atrair tráfego para o seu canal.

Otimize seu conteúdo para suas palavras-chave

Assim como em qualquer outro site, seus vídeos no YouTube precisam ser otimizados para a palavra-chave escolhida. Certifique-se de incluir sua palavra-chave no título do seu vídeo, nas tags, na descrição e até no nome do arquivo que você postar na internet, de preferência no início da frase. Essa prática ajudará os usuários a acharem seu vídeo, além de melhorar o seu ranqueamento na plataforma de vídeos.

Descrição dos vídeos

Além de citar sua palavra-chave 3 ou 4 vezes no texto, você deve tomar alguns cuidados na descrição dos seus vídeos, afinal, elas são o principal parâmetro do YouTube para identificar que tipo de conteúdo você aborda ali.

Semana que vem traremos aqui a segunda parte deste conteúdo. Aguarde!

 

Gostou e quer saber mais sobre o assunto?
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Tendências 2020: SEO para E-commerce

Não é porque 2020 já chegou que as tendências para este ano acabaram. Por isso, nossa série continua. Desta vez, o tema é SEO para E-commerce, para isso, conversamos com Daniel Bender, do site SEO para E-commerce. Confira:

SEO é uma forma de marketing, com isso vale a pena rever todos os anos as tendências que devem dominar o cenário. Em 2020 há algumas coisas que todos devem prestar atenção para montar uma estratégia de SEO para E-commerce lucrativa e sustentável.

O ponto central desse artigo é que sempre teremos mudanças. E que planejar para as novidades deixarão seu negócio mais robusto e lucrativo. Mais importante que isso, prestar atenção às tendências vai deixar seu site imune à atualizações do Google.

Mais competição em 2020

Pois é. As buscas de alto volume continuam as mesmas, mas a competição aumentou. Ainda há apenas 10 posições orgânicas na 1ª página do Google e como se não bastasse a concorrência de outros sites, o próprio Google tem mostrado cada vez mais conteúdo rico e anúncios em formatos criativos.

Por um lado espere mais dificuldades no SEO para E-commerce em 2020, por outro as oportunidades estarão mais difusas, dando oportunidade para quem dominar estratégias avançadas de SEO, como o SEO indireto e super long tail.

Menos cliques no geral

Não é apenas a competição que diminui seus cliques orgânicos. Os resultados de pesquisa cada vez mais ricos geram menos cliques de forma geral.

Por outro lado as visitas estão a cada dia mais assertivas, com uma taxa de conversão maior. O Google Shopping ainda não é um marketplace. Quando isso ocorrer, certamente teremos queda vertiginosa nas vendas orgânicas.

A parte boa é que há oportunidades interessantes em disponibilizar o conteúdo de seu e-commerce em formatos ricos. Fazer uma boa otimização das imagens, por exemplo, ajuda a aparecer na busca por imagens.

E nada impede que uma página de produto esteja indicada na posição zero de uma determinada busca.

Aumento no SEO indireto

A popularização de marketplaces e redes sociais focadas em SEO (como Quora e Pinterest) aumentam ainda mais as possibilidades de gerar vendas através de SEO indireto. Não é algo fácil de se fazer, pois requer um certo conhecimento no site que você vai atuar. O SEO indireto funciona assim:

O cliente que deseja comprar uma peça de motor irá primeiro buscar no Google, verá apenas resultados do Mercado Livre, entrará no mercado livre e lá verá todas as opções. Dentre as opções, algumas terão e-commerce. E o comprador terá a opção de conhecer a loja do vendedor. Caso a loja seja profissional e tenha credibilidade, o comprador poderá escolher comprar no e-commerce ou no Mercado Livre.

SEO para Mercado Livre, SEO para Pinterest e SEO para Youtube são 3 temas que devem ser abordados mais adiante no Curso de SEO para E-commerce.

Conteúdo mais natural

Foi-se o tempo em que bastava repetir muitas vezes um termo para aparecer na busca. A tendência é de buscas com linguagem cada vez mais naturais, incluindo perguntas e respostas inclusive como dados estruturados.

Desde 2002 quase todas as atualizações de algoritmo do Google tem privilegiado resultados mais naturais, próximos da intenção do usuário. Quem trabalhar desde a ideia do negócio até sua execução pensando em SEO tem uma boa chance de ter sucesso em e-commerce.

Muitas buscas por voz

Comandos de voz e buscas por voz vão mudar muitas coisas nas buscas. No momento, há pouco impacto nas lojas virtuais, mas por ser uma atividade de uso crescente é vital se adaptar à esta realidade.

As buscas por voz vão mudar tudo. Será uma reedição aumentada da mudança causada pelo uso de smartphones. Para colocar em perspectiva, hoje 2/3 das navegações acontecem em dispositivos móveis. Há 10 anos essa proporção era ínfima.

Em dezembro 2018, no último dado disponível, 1/3 dos brasileiros fez alguma busca por voz. Em dezembro de 2019 certamente mais de metade dos brasileiros terão feito pelo menos 1 busca por voz.

E quase sempre a linguagem usada nas buscas é natural. Inclusive dizendo “por favor” e “obrigada” para o assistente de voz.

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Com marketing de conteúdo as empresas também podem prospectar negócios

É hora do almoço, mas em vez de bater papo com colegas ou ler o Twitter, você engole um sanduíche na sua mesa mesmo e participa de um webinar de 60 minutos oferecido por uma empresa de consultoria.

Os consultores esperam que, ao terminar o webinar (e o sanduíche), sua empresa esteja mais propensa a comprar os serviços que oferecem. É isso que acontece? Ou teria sido mais eficaz os consultores mandarem um representante para ministrar um workshop na hora do almoço ou convidar você para um seminário com patrocínio?

O webinar é quem ganha, de acordo com uma nova pesquisa de Bobby Calder, professor de marketing na Kellogg School, e Wei-Lin Wang, Edward Malthouse e Ebru Uzunoglu, todos do Centro de Pesquisa Spiegel da Medill School.

Em um estudo de marketing de conteúdo em empresas que atuam no ramo de “business-to-business”, os pesquisadores descobriram que as ofertas digitais, como webinars, folhetos informativos e blogs de marcas, são ferramentas valiosas que resultam em mais prospectos de negócios e, em última análise, em mais vendas do que as que ocorrem em eventos de marketing de conteúdo presencial, como conferências, workshops e mesas redondas.

Teste da eficácia das atividades B2B de marketing de conteúdo

O marketing de conteúdo, ou CM, explodiu na última década, pois os profissionais de marketing estão cada vez mais cientes de que a publicidade tradicional não retém a mesma importância que costumava ter e que o CM é uma ferramenta que atrai os clientes atuais.

Assim, as marcas e as empresas se voltaram para o CM, usando de tudo, desde questionários patrocinados em sites com alto índice de tráfego, como o Buzzfeed, até eventos corporativos chamativos, como o Festival de Culinária, Ideias e Música da Chipotle.

Embora um número cada vez maior de pesquisas demonstra a eficácia de esforços de marketing de conteúdo como esses em empresas voltadas para o consumidor, compreende-se menos o papel do CM em empresas B2B. A pesquisa de Calder não só valida os investimentos que grandes empresas como a GE e a IBM criaram no marketing de conteúdo B2B, como também é a primeira vez que se testa a eficácia de diferentes tipos de atividades de marketing de conteúdo.

O poder do marketing de conteúdo digital

Uma empresa líder em consultoria forneceu aos pesquisadores os dados de eventos realizados entre 2013 e 2016. O conjunto de dados incluiu 1.203 eventos digitais e 919 presenciais. A empresa também compartilhou informações sobre as contas comerciais com as quais trabalhou, incluindo cargos de mais de 160 mil funcionários de 784 grandes contas convidados a participar dessas ofertas de CM, bem como informações sobre quase 50 mil oportunidades de vendas associadas às contas.

Os pesquisadores reuniram informações sobre quais funcionários participaram dos eventos presenciais e sobre os funcionários e as contas que acessaram os materiais digitais do prestador de serviços.

Assim, os pesquisadores puderam realizar uma “corrida” estatística, diz Calder, depois de controlar fatores como a proximidade geográfica entre o prestador de serviços e a conta, o tempo da relação comercial entre os dois participantes da interação e as tendências econômicas mais relevantes que poderiam afetar os resultados das vendas.

O envolvimento dos funcionários da conta com as oportunidades de CM digital resultou em mais prospectos de vendas e mais vendas concluídas, conhecidas como oportunidades conquistadas. Porém, para a surpresa de Calder, os eventos de CM presenciais pareciam não influenciar os prospectos de negócios ou as oportunidades conquistadas.

Calder acredita que isso acontece porque participar de um evento presencial frequentemente exige muito mais tempo dos funcionários da conta, que pode parecer mais fardo do que benefício: você precisa deixar sua mesa, deixar de lado outras tarefas por um tempo, e talvez viajar para chegar até o evento. Uma vez estando lá, é fácil se distrair com os aspectos sociais do encontro, tais como coquetéis, bate-papo, networking e se esquecer da empresa que patrocinou o evento.

Em contrapartida, se estiver assistindo a um webinar durante o horário de almoço, você pode ter uma sensação mais forte de que a empresa patrocinadora está “fazendo algo por mim”, diz Calder.

Esses resultados apontam para o enorme poder do conteúdo de mídia como um fator de influência no comportamento.

O poder do marketing de conteúdo digital “faz mais sentido do que se poderia imaginar”, explica Calder.

Marketing de conteúdo deve atingir toda a hierarquia

Outro dado importante obtido pela pesquisa: é importante segmentar o CM entre os funcionários de contas juniores e intermediários, não apenas os executivos.

Embora os funcionários de alto nível tenham contribuído mais para o aumento das vendas, os pesquisadores descobriram que os funcionários de contas em todos os níveis ajudaram a aumentar os prospectos quando o CM digital contou com a sua participação.

Os pesquisadores observam que o envolvimento somente dos funcionários de alto nível resultou em um aumento nas oportunidades conquistadas, mas isso não significa que os profissionais de marketing devam ignorar aqueles que estão abaixo na hierarquia: é provável que os funcionários de alto nível atuem com base no aconselhamento dos mais juniores quando fecham contratos. E, em alguns anos, quando esses funcionários juniores forem promovidos, você vai querer que eles tenham um vínculo positivo com sua empresa.

O fim do conflito entre marketing de vendas

Calder acredita que a pesquisa aponta para um caminho em que o marketing de conteúdo pode ajudar a eliminar o atrito entre vendas e marketing, o qual é generalizado em muitas empresas de B2B.

É comum os vendedores se sentirem frustrados com os esforços de marketing e reclamarem que os profissionais de marketing não agregam muito valor no ambiente de B2B. Os profissionais de marketing, por sua vez, frequentemente culpam o trabalho hesitante dos vendedores pelos resultados ruins.

Esta pesquisa, entretanto, sugere que os profissionais de marketing têm um papel importante a desempenhar na geração de prospectos de negócios, uma função que pode complementar as vendas.

Os clientes querem conteúdo de alto valor, e já não é suficiente os vendedores fornecerem uma brochura do produto como informação adicional. Por isso Calder sugere que os profissionais de marketing se concentrem no desenvolvimento de um forte portfólio de ofertas de conteúdo on-line.

Texto adaptado do site da Kellogg School of Manegement.

A diferença entre Marketing e Publicidade e Propaganda


Não é muito difícil encontrar pessoas que confundem o conceito de Marketing, Propaganda e Publicidade. “Ah, eu já estou fazendo Marketing, estou postando meu anúncio no Facebook”, é algo recorrente de escutar de empresários nos processos de consultoria.

Mas será que Marketing se resume mesmo ao post em uma rede social? E o que seria então propaganda e publicidade? A mesma coisa? Adianto que não. Entender melhor esses três conceitos podem ser um passo decisivo para entender melhor as estratégias e usar – de forma mais assertiva – a publicidade, a propaganda e o Marketing ao nosso favor.

Mas o que é Marketing?

Se seguirmos a risca sua definição, vamos encontrar que “o Marketing é uma atividade, um conjunto de instituições e processos para criar, comunicar, entregar e trocar ofertas que tenham valor para os consumidores, clientes, parceiros e sociedade em geral” (definição da American Marketing Association). Trocando em miúdos, é uma série de estratégias e técnicas que buscam agregar valor a marcas ou produtos, de atender as necessidades do cliente. Toda empresa ela precisa suprir determinado problema, resolver uma situação e para isso ela precisa mostrar isso aos seus clientes.

Por isso, Marketing deve ser a essência de um negócio. Ele deve estar enraizado em todos os departamentos, tudo deve estar ligado. E uma frase que simboliza todo esse envolvimento é do David Packard, fundador da HP: “Marketing é importante demais para ser entregue ao departamento de marketing”. Ou seja, trata-se da espinha dorsal de uma empresa. Toda organização bem orientada e direcionada está fazendo Marketing em busca, justamente, de atender e comunicar seu público-alvo.

Hoje em dia, ao chegar em uma livraria ou colocar no Google, você verá um quase infinito arsenal de conceituações e ramificações para o Marketing. São ramificações que buscam explorar com mais detalhes cada uma das estratégias, muitas vezes, sendo bem crítico, são “o mais do mesmo” lançado com outro nomes para promover professores ou vender mais livros.

O que é Publicidade?

A publicidade é uma maneira de estimular o cliente a realizar a compra. É um dos meios de anunciar ou promover um determinado produto ou serviço. Nele se pode usar espaços comerciais como veículos de comunicação, redes sociais, outdoor, seus próprios consumidores através do boca-boca, enfim… existem dezenas de plataformas e meios para fazer o seu produto ou serviço ser conhecido. Para esse intuito, geralmente, a publicidade apropria-se de estratégias de persuasão como informar, mostrar vantagens, apresentar benefícios, fazer comparativos, informar preços, descontos, atiçar o medo, entre outros.

E a Propaganda, onde entra?

Você já deve ter escutado que a Propaganda e Publicidade são a mesma coisa. certo? E para falar a verdade, na prática, o mercado também considera isso. Inclusive, o CENP (Conselho Executivo das Normas-Padrão), que é a entidade criada para assegurar boas práticas comerciais entre Anunciantes, Agências de Publicidade e Veículos de Comunicação, indica que tanto a publicidade e propaganda tratam-se de “qualquer forma remunerada de difusão de ideias, mercadorias, produtos ou serviços”.

No entanto, quando vamos para os estudos acadêmicos, a diferenciação entre esses dois conceitos acontecem. A publicidade tem a intenção de promover empresas, produtos e serviços, enquanto a propaganda está no campo das causas e ideologias. Por isso a propaganda estaria mais ligado a questões que envolvem ideia, princípio, doutrina, causa ou prática. Por isso, atrelamos a Propaganda quando ela possui, por exemplo, o caracter mais eleitoral, governamental, religioso, relacionado à guerra. Exemplo: a propaganda eleitoral gratuita perto da eleição. Outro exemplo, a imagem do Tio Sam com o dedo apontado para frente na Primeira Guerra Mundial, que se tornou uma propaganda histórica emblemática.

* Com informações do Administradores

Entenda um pouco sobre transformação digital e no que essa transformação implica

Você já ouviu falar em transformação digital? Esse termo tem ganhado a atenção de empresas de todos os setores ao redor do mundo.

Mas o que é isso, exatamente? Há quem pense que se trata de um esforço de TI ou que envolve melhorar a experiência do cliente, além de uma infinidade de outras ideias e definições.

Porém, a transformação digital não é um conceito para o futuro, e sim algo pelo qual as empresas de hoje têm de dar o máximo de atenção para continuar vivas.

Por isso, de acordo com artigo publicado no site Marketing de Conteúdo, é preciso entender exatamente o que significa essa transformação, qual o seu impacto na sociedade e como aplicá-la nos processos de negócio.

O que é transformação digital

Se contextualizamos a necessidade da transformação digital com a história é mais fácil entender o que está acontecendo dentro dos negócios.

Empresas constituídas antes do surgimento da internet enfrentam um grande desafio: muitas das regras que orientavam o progresso dos negócios na era pré-digital não se aplicam mais.

A boa notícia é que a mudança é possível! Essas empresas podem se transformar e florescer na era digital.

Transformação digital é um processo no qual as empresas fazem uso da tecnologia para melhorar o desempenho, aumentar o alcance e garantir resultados melhores. É uma mudança estrutural nas organizações, dando um papel essencial para a tecnologia.

Mas então praticamente todas as empresas estão investindo nisso, certo? Errado! Esse conceito é muito mais amplo do que ter uma fanpage ou um blog corporativo.

Trata-se de uma mudança radical na estrutura das organizações, a partir da qual a tecnologia passa a ter um papel estratégico central, e não apenas uma presença superficial.

Isso leva tempo e consome recursos, mas não são só as grandes organizações que podem implantar programas de transformação digital, até porque isso não se resume a quem tem mais dinheiro.

Antes, é preciso entender o processo todo que leva a essa mudança e trabalhar de forma colaborativa para alcançá-la.

Isso, por si só, torna a transformação digital um desafio muito mais de gestão do que apenas de marketing ou tecnologia.

Entre os fatores que precisamos entender está o impacto desse tipo de mudança na sociedade de forma geral, o que nos leva ao próximo tópico.

Impacto da transformação digital na sociedade

É essencial compreender que a transformação digital tem profundo impacto sobre a sociedade, de maneira geral. A partir dessa conclusão, se torna mais claro o valor de implementar programas de mudança nas empresas.

Mas como esse impacto acontece? É simples, pense em como o uso da tecnologia vem transformando as nossas vidas a cada dia.

As coisas ficaram mais rápidas, o volume de informações é infinitamente maior que antes e não para de aumentar.

Tudo isso faz com que as pessoas estejam mais distraídas e exigentes do que nunca. Essa é a primeira mudança: há uma clara alteração de comportamento.

Além disso, a nossa vida ficou bem “mais fácil”, pois serviços e produtos automatizados oferecem uma comodidade impensada alguns anos atrás.

Pensando do ponto de vista de serviços de utilidade pública, como no caso de hospitais, autoridades policiais e bombeiros, isso significa mais vidas salvas graças à tecnologia.

Por outro lado, surgem desafios novos como transtornos ligados ao não preparo das empresas em relação às reclamações de clientes e o ato de digitalizar sem preocupar com a experiência do usuário ao longo do processo de compra.

Com a evolução da tecnologia, surgem tanto novas soluções quanto problemas que precisam de atenção, o que obriga as empresas a se adaptar para suprir as demandas da sociedade.

É aí que entra a transformação digital! Por meio dela, é possível otimizar vários processos. As possibilidades são ilimitadas.

Futuro e a geração Z

A geração Z é composta por pessoas que nasceram a partir de 1994 e são consideradas nativos digitais. De acordo com a Fast Company, até 2020 a geração Z representará 40% de todos os consumidores.

Essa geração cresceu cercada pelos dispositivos digitais. Portanto, elas serão as pessoas que mais cobrarão essas mudanças. E esse futuro não está distante. Hoje em dia, os mais velhos da geração já estão no mercado de trabalho, formando em faculdades.

Por serem multitarefas e poderem processar informações mais rapidamente do que qualquer geração anterior, os membros dessa geração estão aniquilando práticas de marketing que se tornaram obsoletas.

Eles são capazes de consumir conteúdos digitais em multi telas, usando uma ampla gama de dispositivos de forma simultânea. Além disso, eles já têm poder de compra e esperam que as empresas sejam digitais.

E qual o papel das empresas nesse contexto?

Elas são encarregadas de fornecer às gerações a tecnologia de espaço de trabalho digital que melhorará a experiência dos funcionários, com o objetivo de atender suas diferentes expectativas e preferências.

É preciso pensar na constante mudança do seu cliente para entender a importância da transformação digital.

 

Marketing baseado em pessoas

O objetivo da publicidade sempre foi o mesmo: alcançar a pessoa certa, no lugar certo, na hora certa, com a mensagem certa, a fim de gerar resultados comerciais reais.

No entanto, com o avanço de tecnologias como o celular, o tempo e a atenção das pessoas tornaram-se cada vez mais fragmentados, dificultando para os profissionais de marketing o trabalho de determinar quando, onde e qual é a melhor forma de alcançar as pessoas. Por esses motivos, os planejadores e estrategistas têm hoje a complicada missão de determinar a direção na qual planejar e otimizar suas mídias de forma mais eficaz.

O Facebook começou a observar que estratégias de marketing baseado em pessoas resultam em um melhor planejamento e medição em diferentes plataformas e dispositivos. Embora seja difícil mudar totalmente para esta estratégia hoje mesmo, há algumas maneiras de iniciar a caminhada de mudança e nos preparar para o futuro.

E o que torna o marketing baseado em pessoas diferente?

Vamos começar com um termo de comparação. Quando pensam em planejar para meios tradicionais (como TV, mídia impressa e publicidade externa), os profissionais de marketing observam as pessoas que compram um produto, classificam-nas em termos demográficos e, em seguida, procuram “o lugar certo” onde elas estão passando o tempo (ou seja, Programa A na Rede B ou Publicação Impressa C). O objetivo é encontrar o lugar certo para anunciar, mantendo todo o resto constante.

Da mesma forma, para o planejamento digital, os profissionais de marketing primeiro encontram seu público-alvo, mas agora podem ser mais específicos. Por exemplo, podemos procurar adultos com idade entre 18 e 34 anos, com interesse em café e que morem em Ohio. Então, podemos mostrar anúncios a pessoas desse grupo onde quer que elas estejam na Internet. O objetivo aqui é encontrar o grupo certo de pessoas, mantendo todo o resto constante.

Com o marketing baseado em pessoas, os profissionais de marketing não mantêm nada constante. Agora, podemos encontrar uma pessoa, em vez de grupos grandes como “Adultos de 18 a 34 anos” ou “pessoas que gostam de café” e alcançá-las em qualquer dispositivo ou plataforma que elas estejam usando. Isso porque, hoje, o alcance e a atenção estão fragmentados entre diferentes dispositivos e plataformas. Todas essas variáveis serão alteradas com cada exposição, e planejar para as pessoas onde elas estiverem permitirá aos profissionais de marketing dimensionar e alcançar com eficiência o objetivo de mostrar o anúncio certo, para a pessoa certa, na hora certa.

Foto: Reprodução Facebook

Medição baseada em pessoas e planejamento em ação

Para planejar para pessoas, é necessário entender onde elas estão passando tempo e o impacto das diferentes estratégias de marketing. Medir os canais em silos limita sua visibilidade em relação ao impacto total dos seus esforços de publicidade. Os resultados da medição baseada em pessoas podem ajudar a orientar todo o ciclo de vida do marketing, em diferentes dispositivos e canais. Com os dados e ferramentas baseados em pessoas, os profissionais de marketing podem vincular ações diretamente a pessoas reais onde quer que elas estejam, e podem preencher as lacunas de medição existentes em medições tradicionais baseadas em cookies, que não capturam a jornada completa do consumidor.

Os relatórios baseados em cookies distorcem os resultados da campanha e desperdiçam o dinheiro investido em anúncios

Representação excessiva

As Ferramentas de medição do Facebook, por exemplo, são baseadas em informações de pessoas e oferecem aos profissionais de marketing a capacidade de medir campanhas dentro e fora do Facebook, em desktops e em dispositivos móveis, e em qualquer ambiente online. Ao observar a atribuição e o alcance, essa abordagem garante aos profissionais de marketing uma visão holística de seu desempenho de publicidade, algo que antes não era possível.

Planejando com as pessoas em primeiro lugar

Os resultados de medição não devem ser isolados ao final da campanha, com a medição baseada em pessoas, você pode orientar todo o processo de planejamento da campanha para dar suporte às decisões desde o princípio. Com uma melhor percepção sobre onde estão as pessoas, e uma compreensão do canal ou do desempenho de mídia da plataforma, podemos alcançar as pessoas certas onde quer que elas estejam, para capturar o impacto de maior potencial.

Planejar para pessoas

Use as informações obtidas por meio da medição baseada em pessoas para planejar suas campanhas, alcançar as pessoas certas, na hora certa, e gerar melhores resultados comerciais.