Unicórnios brazucas: quem é quem no páreo

Algumas publicações atrás, iniciamos uma série que apresentou aquelas startups que alcançaram a meta de avaliação de U$ 1 bi o título de Unicórnio.  A partir de hoje, vamos falar daquelas que podem chegar a esta marca este ano.  Acompanhem!

A Creditas foi fundada em 2012, em São Paulo, por Sérgio Furio. Até 2017 operou com o nome de BankFacil, fornecendo produtos relacionados a crédito com garantia imobiliária ou automotiva.  Pode se tornar Unicórnio em 2019 depois de um crescimento de 2016 para 2017 de 700% de sua receita, de 2017 para 2018 de 500%.

Uma curiosidade a respeito da Creditas:  Furio chegou ao Brasil sem falar português e a decisão de investir aqui foi por saber que as taxas de juros no país chegavam a 200% ao ano.  Saiba mais sobre a Creditas aqui http://bit.ly/2ZbFaAC.

 

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Conheça o unicórnio que mata a sua fome

O marketplace online de entrega de comida iFood é brazuca e unicórnio desde novembro do ano passado.  Seu controle foi adquirido pela holding brasileira Movile, em 2014. O aplicativo criado em 2011 com sede em São Paulo, tem como fundadores Eduardo Baer, Felipe Fioravante, Guilherme Bonifácio e Patrick Sigrist.

Seu volume de uso é de 6 milhões de pedidos por mês e até 50 mil usuários simultâneos nos finais de semana. Quando bate a fome, também conhecido como horário de pico, são 50 pedidos por segundo.

Para conhecer mais sobre o iFood, clique aqui http://bit.ly/2Jb4t1S.

 

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Arco: o Unicórnio que veio do Ceará

Foi sem estardalhaço que a holding Arco Educação se tornou Unicórnio, quando em 2018, abriu seu capital na Nasdaq. Sua fundação data de 2006 e a empresa é dona da Plataforma de Ensino SAS e que providencia soluções turnkey, prontas para uso por outras instituições.
Apesar da origem cearense, a Arco Educação tem sede em São Paulo e foi fundada por Ari de Sá Neto. Hoje a empresa atende quase meio milhão de alunos em mais de mil escolas particulares.
Para saber mais sobre a Arco Educação, clique em http://bit.ly/2Vc1z3c.

 

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Unicórnios brazucas: acompanhe a série de posts sobre startups

Quando começaram a atingir o objetivo de U$ 1 bi de valor de marcado, as startups ficaram conhecidas como Unicórnio, afinal, a proporção era tão pequena que eram praticamente criaturas mitológicas raras.
Hoje, o chamado clube dos Unicórnios está ficando cada vez mais acessível e o objetivo a ser alcançado é o dos Decadórnios, ou seja, startups que chegaram a ser avaliadas em U$ 10 bi. Entre as 20 que já chegaram lá estão Uber, Didi Chuxing, WeWork, AirBNB e SpaceX.
A partir de hoje, toda semana a PlinDigital traz um pouco sobre os seis Unicórnios que, em fevereiro deste ano, estavam estabelecidos no Brasil. Vamos ao primeiro?
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Fundada em 2012, virou Unicórnio em janeiro de 2018. O app de mobilidade tem sede em São Paulo e seus fundadores são Ariel Lambrecht, Paulo Veras e Renato Freitas. A empresa iniciou suas atividades como 99Taxis e o objetivo na época de sua fundação era o de facilitar o acesso de passageiros a táxis convencionais. Ao dar de cara com a Uber, a empresa se adaptou, mudou o nome e o escopo. A 99POP passou também a integrar passageiros aos motoristas particulares. Quando a Didi Chuxing adquiriu a 99 é que ela virou Unicórnio. A chinesa já havia comprado parte da 99 em 2017.

 

Sofisticação e conforto se espalham nas redes sociais PlinDigital à frente da comunicação virtual da Masotti Porto Alegre.

Living, quartos de dormir, cozinhas. O mundo de sofisticação e qualidade da Masotti Porto Alegre agora passa pela equipe da PlinDigital. As campanhas de vendas dos produtos que são vistos como Objeto de Desejo ganham o olhar especializado do marketing digital. “Nosso objetivo é manter a equipe de vendas conectada com os clientes que buscam os produtos através da internet”, explica a diretora Mari Petek.

Acompanhe o trabalho da PlinDigital nas redes sociais da Masotti Porto Alegre no Facebook e Instagram.

 

Cover para Facebook – campanha Aconchego do Lar

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Peças para ação específica nas redes sociais


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Planejamento e ação de campanhas para WhatsApp junto a equipe de Vendas

 

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Dicas incríveis na nova série de vídeos da Mari Petek

As inovações e aquelas dicas que vão fazer o maior sucesso nas suas redes sociais estão na nova série de vídeos que a publicitária Mari Petek disponibiliza no canal da Plin Digital no You Tube .

You Tube Plin Digital
Para LinkedIn, a Mari reuniu três dicas especiais no mesmo vídeo para quem deseja aquela tão sonhada transição de carreira. Maquiagem, rede de conexões e participação em grupos são os temas. Clica aí para assistir e se inscreva no canal.

Facebook Ads. Ao ler isto você já pensa num dragão cuspidor de fogo? Calma! Neste vídeo a Mari conta sobre como conhecer bem sua audiência é um diferencial ao construir uma campanha. Ela também ensina que devagar se vai ao longe.

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Tecendo malhas digitais

Foi em agosto de 2018 que uma ação de RP digital lançou para as principais blogueiras e influencers as redes sociais da Penélope Tricot. A campanha personalizada, composta pelas peças card e tag criadas pela Plin, apresentou a marca para destaques como Cláudia Bartelle e Mirceia Ramos, que receberam em casa peças exclusivas e escolhidas especialmente para elas.

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Antes disso, a PlinDigital, em parceria com o designer Simon Bernardes, se dedicou a desenvolver naming e branding do cliente, e partiu do zero para a implementação do e-commerce da marca, com desenvolvimento do conceito e da plataforma digital, para que todo Brasil pudesse ter acesso a seus produtos e recebê-los com segurança e rapidez.  A logo criada ressalta a natureza da empresa e remete à arte de tecer manualmente peças do vestuário com linha e agulha.

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O empresário João Zanuzzi gravou um depoimento sobre a experiência de trabalho com a Plin Digital. Clique aqui e assista.

Lojão de Ofertas é case de e-commerce da Plin Digital

A partir dessa semana, o Blog da Plin vai reunir alguns dos cases mais importantes de sua história. Reunimos aqui relatos de estratégias, relacionamentos e resultados conquistados através do Marketing Digital. Iniciamos por um cliente com quem foi muito gratificante trabalhar, o Lojão de Ofertas, focada em panelas e utensílios de cozinha.

A participação da Plin foi essencial em um momento estratégico na história da companhia: o lançamento da plataforma de e-commerce nas redes sociais da empresa, associada à criação de estratégia de e-mail marketing. O desafio de promover o aumento das vendas e motivar os compradores foi grande, mas desenvolvemos soluções na medida para nosso cliente.

No Facebook, o foco foi a criação de conteúdo temático, realização de sorteios e divulgação dos produtos à venda no e-commerce. Paralelamente, o email-marketing direcionou clientes cativos para promoções exclusivas, a partir de uma comunicação desenhada para quem já tinha proximidade com a marca. Já no Google, foram criados anúncios específicos para cada seção do site, estratégia acompanhada da otimização da campanha conforme desempenho das palavras-chave patrocinadas.

O resultado não poderia ser mais satisfatório. A campanha resultou num aumento de 60% no fluxo de visitantes ao site da Lojão de Ofertas, além de mais de 200 mil impressões (visualizações de anúncios) geradas por meio de um investimento de apenas R$ 300 em AdWords. “No mesmo período, o cliente relatou aumento de 20% de visitantes nas lojas físicas, indicando que a estratégia online tem importantes impactos offline”, afirma Mariana Petek, sócia da Plin Digital.

Recurso de voz será disseminado em 2019

Nos Emirados Árabes a tecnologia pulsa. Da parada de ônibus aos grandes festivais de inovação, tudo está envolto em uma aura futurista. Entre os meses de novembro e dezembro de 2018, pude vivenciar essa realidade de perto. Foram mais de 40 dias dedicados a compreender o que o mercado asiático tem desenvolvido e pensado acerca do universo digital. Foram muitos aprendizados e tendências observadas, mas uma delas desponta por meio da ação de diferentes players e pelo entendimento de que deve ser encarada como fator estratégico: 2019 e 2020 serão marcados por um forte aprimoramento dos recursos de voz em diferentes aplicações.

Em eventos como o Google Developers Festival, o efeito desse movimento é tido como certo. A voice biometrics (reconhecimento de voz) já está transformando o marketing digital. Exemplo disso é a boa aceitação de dispositivos como o Google Home ou o Amazon Echo, através do assistente visual Alexa, ou mesmo o Google Assistant, todos ativados por voz. Um dos principais objetivos do uso da voz é permitir que o usuário acesse informações ou funcionalidades sem perder a mobilidade.

Para os próximos dois anos, devemos esperar uma proliferação desses dispositivos. E com ela, será necessário um esforço para que as marcas vençam o desafio de se posicionar frente ao reconhecimento de voz. Além da operacionalização de agregar esses recursos para a oferta de produtos e serviços, empresas também precisarão adaptar as estratégias de SEO. Afinal, muitas vezes falamos de modo diferente do que escrevemos. Se hoje as técnicas de SEO são aplicadas majoritariamente para conteúdos escritos, a voz deverá entrar no planejamento para que os sites mantenham sua relevância no Google.

Tendências no Google Developers Festival de Dubai

A tecnologia está por todos os lados nos Emirados Árabes: nas ruas, na realização de grandes eventos e no radar empresarial. Durante as semanas que nossa sócia Mari Petek passou por lá, foram realizados diversos encontros que debateram o desenvolvimento tecnológico no âmbito digital. Entre eles, o Google Developers Festival, que reuniu diversas frentes em palestras, workshops e outras atividades.

Em uma delas foi realizado um Hackaton (maratona de programação) onde as melhores ideias foram escolhidas para terem o aporte de recursos financeiros do NDB Emirates. O banco é o maior da região e patrocinou a atividade não só por priorizar a inovação, mas também por estar em busca de melhorias em um algoritmo para um app financeiro.

Os workshops que Mari participou abordaram temas variados, como a segurança, a Inteligência Artificial (IA) e o fato de estarmos vivendo uma verdadeira revolução. Este último tópico merece atenção especial, pois diz respeito ao fato de muitas coisas na internet estarem à venda ou em uma lógica de compartilhamento. A principal argumentação nesse sentido é de que as pessoas estão cada vez mais desapegadas de seus bens, colocando-os a serviço de outros usuários. AirBnb, Uber e outros aplicativos são exemplos desse movimento cada vez mais determinante do marketing e dos negócios digitais.

A economia de compartilhamento é uma realidade e impõe novas noções, como a descentralização das operações, dos locais de trabalho e da ocupação constante de bens por seus proprietários. Frente a esse cenário, sempre que novas ideias surgem é importante ter algumas questões em mente: essa ideia é compartilhável? Estando tudo à venda, como se prepara um produto que não tem dono? Em um universo que gira numa velocidade cada mais maior, como fazer com que a parceria entre humanos e máquinas funcione? Sem um local fixo de trabalho, com equipes remotas, como gerenciar a produtividade? É importante pensar nas respostas para essas perguntas diante do novo momento pelo qual o mercado está passando.

Nesse contexto, novas indústrias habilidades e ramos de negócio se apresentam e continuarão se apresentando, bem como novas profissões – entre as quais guia de tour no espaço, designer de órgãos, modeladores de genes, economista de criptomoedas, designer de realidade virtual, arquiteto para cidades inteligentes, engenheiro de 3D. Assim, de todas as lições deixadas pelo Google Developers Festival nos Emirados Árabe, uma das mais marcantes é que a colaboração e inteligência de massa estão promovendo uma ruptura com os modelos tradicionais de negócios. Precisamos estar prontos para ela.

Quer saber mais do foi visto e vivido nos Emirados Árabes? Acompanhe semanalmente o blog da Plin.