Transparência nas redes sociais: estudo revela que clientes são mais leais às empresas transparentes

Estudo revela que clientes são mais leais às empresas transparentes nas redes sociais

Estudo revela que clientes são mais leais às empresas transparentes nas redes sociais

Em tempos de conexão 24 horas com as redes sociais, os consumidores passaram a esperar mais transparência das empresas do que de políticos, amigos ou até de si mesmos. A constatação ocorreu a partir de um recente estudo divulgado pela empresa norte-americana Sprout Social.

Divulgado pelo site Martech, o relatório Mídia Social e Evolução da Transparência entrevistou mil consumidores dos Estados Unidos e descobriu que a maioria esmagadora (86%) acredita que a transparência é a característica mais importante para as empresas na atualidade.

Esses consumidores definem a transparência como sendo aberta (59%), clara (53%) e honesta (49%). O relatório aponta que os clientes são mais leais às empresas que apresentam essas qualidades e estão dispostos a se afastar daquelas não têm.

Por exemplo, 89% dos entrevistados estão dispostos a dar uma segunda chance às marcas transparentes depois de uma má experiência, e 85% estão dispostos a permanecer com elas mesmo após uma crise.

As apostas são ainda maiores para as empresas quando se trata de suas ações nas mídias sociais. Mais da metade dos consumidores entrevistados (53%) dizem que provavelmente consideram uma marca transparente em termos sociais para sua próxima compra. Em contrapartida, a falta de transparência pode levar 86% dos clientes a não escolher a marca.

Outro dado interessante é que 81% dos consumidores afirmam que as empresas têm a responsabilidade de ter transparência nas redes sociais – um percentual mais alto do que o estabelecido para políticos, amigos ou até para si mesmos.

 

Consumidores passaram a esperar mais transparência das empresas do que de políticos, amigos ou até de si mesmos.

Transparência nas redes sociais

O relatório aponta que “o aumento da responsabilidade eleva o papel transparente e autêntico da estratégia social nas relações bem-sucedidas entre a marca e o consumidor”. Contudo, acrescenta que as partes interessadas precisam conectar os pontos.

O estudo destaca que muitas empresas ainda não compreenderam o valor da transparência nas redes sociais para sua comunicação com os clientes:

“As empresas precisam aceitar o fato de que a maioria das pessoas espera ter relacionamentos e comunicação com marcas que alimentam um senso de conexão pessoal e direta. A natureza “sempre ativa” do social coloca pressão sobre as empresas para se comprometerem com a transparência antecipadamente, em vários formatos e em tempo real”.

Se você busca construir uma relação sólida e duradoura com os seus clientes, a Plin Digital sabe exatamente como te ajudar. Curta a nossa página no Facebook e venha conversar com a gente!

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Instagram testa novo recurso de “posts recomendados”

Instagram testa novo recurso de “posts recomendados”
Instagram testa novo recurso de “posts recomendados”

Instagram testa novo recurso de “posts recomendados”

Com seus mais de 800 milhões de usuários ativos mensais e 500 milhões de usuários ativos diários, o Instagram já ocupa o posto de segunda maior rede social do mundo, logo atrás do Facebook. Uma das razões deste sucesso é capacidade de se reinventar e desenvolver inovações e ferramentas que a plataforma tem.

Na última segunda-feira (20), o Instagram anunciou no blog oficial que está em fase de testes uma nova ferramenta que deve conectar os usuários a conteúdos que podem ser do seu interesse. O recurso se chama “Recommended For You”, ou em português “Recomendado Para Você”.

Como funciona o novo recurso do Instagram

A nova ferramenta do Instagram apresenta recomendações baseadas nas pessoas que o usuário segue e nas fotos e vídeos que curte.

Com o novo recurso, o usuário vê as postagens recomendadas no final do seu feed de publicações, depois de todas as novidades das pessoas que segue.

Quando surgir a mensagem “Recomendado para você”, aparecerá a opção de visualizar suas postagens anteriores ou continuar deslizando pelas suas recomendações.

Se o usuário estiver interessado em ver mais sobre as contas exibidas nas suas “postagens recomendadas”, basta tocar no botão azul para segui-las.

Conforme o Instagram, o objetivo da nova ferramenta é “tornar o feed o melhor lugar para compartilhar e se conectar com as pessoas e interesses que mais importam para você”. Resta saber se ferramenta vai, de fato, qualificar a experiência dos usuários da rede ou se vai acabar poluindo o feed com conteúdos que não são relevantes.

Quer ficar por dentro de tudo o que acontece no universo das Mídias Sociais e do Marketing Digital? A Plin sabe como. Curta a nossa página no Facebook e venha conversar com a gente!

Segundo estudo, 98% das empresas brasileiras não sabem explorar o e-commerce

Quando o assunto é marketing digital, ganha força a importância que ele tem para o mercado de tecnologia e o sucesso que pode proporcionar a um e-commerce, com técnicas próprias do ramo é possível deixar o e-commerce bem posicionado, fazendo com que ultrapasse seus concorrentes e aumente suas vendas.

No Brasil, as lojas online crescem e batem cada vez mais recordes anuais. Os empresários têm investido no mercado de e-commerce, já que no século XXI, as pessoas estão muito preocupadas com a otimização do tempo. Sendo assim, foi justamente por isso que os comércios online surgiram.

No mundo de sites de buscas por produtos, quem faz o diferencial são as empresas que respondem as diversas dúvidas e informações do consumidor de forma rápida e clara. Quando empresários investem e contratam uma empresa de marketing digital, a venda é garantida, pois se não estiverem preparadas para respostas e soluções, perderão muito de seus investimentos em marketing.

Um estudo feito pela The Boston Consulting Group, apoiado pelo Google, apontou que mesmo as principais companhias nacionais estão longe de aproveitar o poderio total do marketing digital. A pesquisa, realizada com mais de 60 empresas em dez segmentos diferentes, confirmou que o marketing digital ainda requer um longo caminho no país para ser totalmente eficaz.

A maioria das empresas (55%) ainda se encontram em estágio emergente, enquanto 37% são apontados como conectados, 6% nascentes e, em pleno aproveitamento (ou multimomento), somente 2%. “Apenas 23% das empresas integram os dados on e offline. 59% delas sequer possuem integração dos dados online”, afirmou o sócio do BCG.

Segundo pesquisa, a economia do país, nos últimos anos, trouxe desafios para muitos empresários, que buscam mais oportunidades de crescimento para sua empresa. O marketing digital deixou de ser opção e está sendo considerado o principal canal de investimentos para publicidade, utilizada por empresas de diversos portes e segmentos, devido às suas vantagens e diferenciais.

Para isso, é necessário realizar um planejamento com os objetivos da empresa, programar um planejamento de marketing digital para sua loja online, escolher uma boa plataforma para hospedar seu e-commerce, determinar as formas de pagamento oferecidas aos clientes, como débito, crédito, dinheiro ou cheque, implementar sistemas de segurança com certificados SSL para seu e-commerce, alinhar as informações da loja online com o estoque da empresa e utilizar estratégias de SEO para posicionar o seu e-commerce na primeira página do Google.

Ao utilizar uma boa estratégia de SEO, as chances de conseguir mais visitas em sua loja online são bem maiores, já que a função dessas táticas é ajudar o Google a lhe enxergar.

A PlinDigital pode auxiliar você nesta missão, tornando sua empresa mais lucrativa e, com aumento de vendas, garantindo ganhos cada vez maiores.  Quer saber mais? Entre em contato conosco.

Chatbot: o que é, suas plataformas e suas aplicações

Os chatbots são softwares que simulam a fala humana e são capazes de bater papo com usuários no Facebook e Telegram, por exemplo. Eles ganharam popularidade nos últimos anos e têm sido usados por várias empresas para atender clientes, dar informações sobre serviços, vender produtos, entregar conteúdo, entre outras funções. Essas ferramentas usam inteligência artificial e estão cada vez mais aperfeiçoadas. Ou seja, você não sabe, mas provavelmente já conversou com um robô.

Tipos de Chatbots

Chatbots para Atendimento a Clientes / SAC: Neste caso, a função principal do chatbot será automatizar o atendimento a clientes, normalmente o que chamamos de atendimento de primeiro nível (aquelas necessidades comuns e que correspondem a um alto volume de demanda). É possível converter os scripts do atendimento de call centers para a linguagem do atendente virtual. Usando o chatbot para automatizar estes tipos de atendimento, ganha-se em escala e os atendentes humanos podem ser direcionados para outros atendimentos e/ou funções de maior complexidade.

Chatbots para Captação de Leads: Considerando esta como função principal o chatbot estará preparado para estar disponível durante a visita e navegação de uma pessoa no site da sua empresa, explicando sobre os produtos e serviços mas principalmente envolvendo o visitante em um diálogo capaz de coletar as informações do lead (prospect) e assim encaminhar para o time comercial.

Até 2020, 85% das interações dos consumidores será conduzida por um mecanismo automático (chatbot) e será a primeira opção para diferenciar uma empresa de seus competidores.

O futuro dos chatbots

Apesar das possibilidades, os chatbots ainda têm um longo caminho pela frente. O Facebook, que há anos investe no desenvolvimento dessa tecnologia, anunciou em janeiro estar com foco em melhorar as habilidades de conversação dos robôs. A empresa indicou em um relatório alguns pontos-chave a serem aperfeiçoados. Entre eles, a consistência da personalidade, pois, normalmente eles não conseguem se lembrar do histórico do diálogo, e a reação quando não conhecem a resposta, que costumam ser programadas e limitadas.

Muitos chatbots modernos são treinados com diálogos de filmes. Mesmo os melhores roteiros não são conversas reais e naturais, portanto, os resultados dessa prática são, por vezes, estranhos. Para resolver, os engenheiros do Facebook fizeram seus próprios bancos de dados para treinar a inteligência artificial das máquinas. O arquivo tem mais de 160 mil falas e cada um dos chatbots usados recebeu uma pequena biografia, na tentativa de criar personalidades consistentes.

A companhia de Mark Zuckerberg não é a única a apostar nos chatbots. Especialistas da área têm previsões otimistas para a tecnologia. Em declarações à Forbes, afirmam que 2018 será um ponto de virada. Segundo os CEOs e fundadores de startups de tecnologias consultados, as empresas vão começar a enxergar o potencial de conversas automatizadas em grande escala e a tendência é o crescimento dos bots de bate-papo como instrumentos de comunicação com clientes, não apenas para suporte, mas também vendas. Alguns falam também em monetização, integração com plataformas de terceiros e interações offline. Todos concordam que os chatbots não substituem humanos, mas têm potencial para inovação.

Aplicações

As aplicações dos chatbots podem ser diversas, porém as mais comuns são:

Geração de Leads: Utilização de chatbots para reter o visitante do site através do diálogo e gerar leads para equipes comerciais, integrando com ferramentas de força de vendas ou disparando e-mail ou SMS.

E-commerce: As lojas virtuais atualmente utilizam chatbots como personagens para estabelecer contato com usuários, responder às perguntas e até mesmo concretizar vendas.

Marketing e Vendas: Os chatbots também podem ser utilizados para realizar campanhas de marketing e ações focadas em vendas, apresentando um diálogo que leve o cliente a se envolver com o produto e suas características.

Pesquisas: Os chatbots podem ser usados para transformar as extensas pesquisas de opinião e satisfação em diálogos amigáveis, evitando o tédio e a dispersão.

Atendimento ao Cliente: Uma das aplicações mais comuns dos chatbots. Realizar serviços de atendimento ao cliente, baseando-se nas dúvidas mais frequentes e assim eliminar posições de atendimento e/ou reduzir as filas de espera.

Agendamento e Reservas: Os chatbots podem ser utilizados para realizar agendamentos e reservas (consultórios, concessionárias, restaurantes, eventos e muitos outros) integrando com sistemas internos.

Qualificação de Bases de Dados e CRM: Os chatbots podem servir de interface para acesso à informações disponíveis em bases de dados, permitindo a qualificação dos dados e informações dos indivíduos através do diálogo.

Ensino e Aprendizado: Utilização de chatbots para ações de ensino e aprendizado, usando conteúdo de aulas para os alunos, podendo conversar sobre os assuntos específicos das diversas matérias dos cursos.

Entretenimento: Nestes casos os chatbots podem ser utilizados para diversas aplicações. Por exemplo, se apresentarem como personagens virtuais capazes de conversar com os internautas sendo fonte de entretenimento e causando curiosidade entre os usuários. Alguns desses aplicativos ficaram famosos por conta de suas respostas inusitadas que imitam uma conversação humana ou por serem capazes de adivinhar nomes de celebridades por meio de características apontadas pelos internautas.

IGTV: a novidade do Instagram

Começa hoje a nova plataforma do Instagram, a IGTV.

 

Agora você poderá:

Assistir vídeos de 60 minutos em formato vertical.

Você poderá assistir vídeos de seus seguidores e pessoas que tem conteúdo baseado nos seus interesses.

Você dá o “swipe” e escolherá entre o conteúdo “Para você”, “Seguindo”, “Popular” e “Continue Assistindo”
Você poderá comentar e enviar vídeos para seus amigos via direct

A IGTV tem canais mas no IGTV os produtores e criadores são o canal

“IGTV begins a new chapter of video on Instagram”

Influenciador Digital x Empreendedorismo, combina?

Sempre ouvimos o quanto é importante adaptar-se às novas formas de consumo de mídia, e a tendência da vez é parceria com influenciadores digitais. Mas o que são influenciadores digitais?

Influenciadores digital são pessoas que, de alguma forma, conseguem influenciar seus seguidores com opiniões e atitudes. Eles possuem credibilidade sobre um público fiel e utilizam dessa ferramenta para tornar fãs em consumidores. E, ao contrário do que muitas pessoas acreditam, um influenciador não precisa ter milhões de seguidores para conseguir alguma parceria com marca, o engajamento e relevância do conteúdo são itens muito mais importantes na hora de fechar um contrato/parceria.

Os influenciadores Jessica Belcost, Montalvão, Thais Marques e Andrei Bedene listaram uma dica cada para demais influenciadores e também para os produtores de conteúdo.

As dicas:

1 – Networking

2 – Engajamento com seu público

3 – Credibilidade

4 – Foco

O que isso mostra?! Que ser influenciador digital é ser empreendedor. Eles precisam criar relações com outros players do mercado, estudar e produzir conteúdo de relevância, criando engajamento e confiança para com seu público alvo, e gerar credibilidade para atrair marcas, que por consequência gera a monetização. E, por último, mas nem de longe o menos importante, ter foco, acreditar no seu potencial de crescimento e achar um diferencial para se sobressair no mercado.

E a pergunta final é: o que um empreendedor faz para que sua empresa cresça e continue no mercado?

Com marketing de conteúdo as empresas também podem prospectar negócios

É hora do almoço, mas em vez de bater papo com colegas ou ler o Twitter, você engole um sanduíche na sua mesa mesmo e participa de um webinar de 60 minutos oferecido por uma empresa de consultoria.

Os consultores esperam que, ao terminar o webinar (e o sanduíche), sua empresa esteja mais propensa a comprar os serviços que oferecem. É isso que acontece? Ou teria sido mais eficaz os consultores mandarem um representante para ministrar um workshop na hora do almoço ou convidar você para um seminário com patrocínio?

O webinar é quem ganha, de acordo com uma nova pesquisa de Bobby Calder, professor de marketing na Kellogg School, e Wei-Lin Wang, Edward Malthouse e Ebru Uzunoglu, todos do Centro de Pesquisa Spiegel da Medill School.

Em um estudo de marketing de conteúdo em empresas que atuam no ramo de “business-to-business”, os pesquisadores descobriram que as ofertas digitais, como webinars, folhetos informativos e blogs de marcas, são ferramentas valiosas que resultam em mais prospectos de negócios e, em última análise, em mais vendas do que as que ocorrem em eventos de marketing de conteúdo presencial, como conferências, workshops e mesas redondas.

Teste da eficácia das atividades B2B de marketing de conteúdo

O marketing de conteúdo, ou CM, explodiu na última década, pois os profissionais de marketing estão cada vez mais cientes de que a publicidade tradicional não retém a mesma importância que costumava ter e que o CM é uma ferramenta que atrai os clientes atuais.

Assim, as marcas e as empresas se voltaram para o CM, usando de tudo, desde questionários patrocinados em sites com alto índice de tráfego, como o Buzzfeed, até eventos corporativos chamativos, como o Festival de Culinária, Ideias e Música da Chipotle.

Embora um número cada vez maior de pesquisas demonstra a eficácia de esforços de marketing de conteúdo como esses em empresas voltadas para o consumidor, compreende-se menos o papel do CM em empresas B2B. A pesquisa de Calder não só valida os investimentos que grandes empresas como a GE e a IBM criaram no marketing de conteúdo B2B, como também é a primeira vez que se testa a eficácia de diferentes tipos de atividades de marketing de conteúdo.

O poder do marketing de conteúdo digital

Uma empresa líder em consultoria forneceu aos pesquisadores os dados de eventos realizados entre 2013 e 2016. O conjunto de dados incluiu 1.203 eventos digitais e 919 presenciais. A empresa também compartilhou informações sobre as contas comerciais com as quais trabalhou, incluindo cargos de mais de 160 mil funcionários de 784 grandes contas convidados a participar dessas ofertas de CM, bem como informações sobre quase 50 mil oportunidades de vendas associadas às contas.

Os pesquisadores reuniram informações sobre quais funcionários participaram dos eventos presenciais e sobre os funcionários e as contas que acessaram os materiais digitais do prestador de serviços.

Assim, os pesquisadores puderam realizar uma “corrida” estatística, diz Calder, depois de controlar fatores como a proximidade geográfica entre o prestador de serviços e a conta, o tempo da relação comercial entre os dois participantes da interação e as tendências econômicas mais relevantes que poderiam afetar os resultados das vendas.

O envolvimento dos funcionários da conta com as oportunidades de CM digital resultou em mais prospectos de vendas e mais vendas concluídas, conhecidas como oportunidades conquistadas. Porém, para a surpresa de Calder, os eventos de CM presenciais pareciam não influenciar os prospectos de negócios ou as oportunidades conquistadas.

Calder acredita que isso acontece porque participar de um evento presencial frequentemente exige muito mais tempo dos funcionários da conta, que pode parecer mais fardo do que benefício: você precisa deixar sua mesa, deixar de lado outras tarefas por um tempo, e talvez viajar para chegar até o evento. Uma vez estando lá, é fácil se distrair com os aspectos sociais do encontro, tais como coquetéis, bate-papo, networking e se esquecer da empresa que patrocinou o evento.

Em contrapartida, se estiver assistindo a um webinar durante o horário de almoço, você pode ter uma sensação mais forte de que a empresa patrocinadora está “fazendo algo por mim”, diz Calder.

Esses resultados apontam para o enorme poder do conteúdo de mídia como um fator de influência no comportamento.

O poder do marketing de conteúdo digital “faz mais sentido do que se poderia imaginar”, explica Calder.

Marketing de conteúdo deve atingir toda a hierarquia

Outro dado importante obtido pela pesquisa: é importante segmentar o CM entre os funcionários de contas juniores e intermediários, não apenas os executivos.

Embora os funcionários de alto nível tenham contribuído mais para o aumento das vendas, os pesquisadores descobriram que os funcionários de contas em todos os níveis ajudaram a aumentar os prospectos quando o CM digital contou com a sua participação.

Os pesquisadores observam que o envolvimento somente dos funcionários de alto nível resultou em um aumento nas oportunidades conquistadas, mas isso não significa que os profissionais de marketing devam ignorar aqueles que estão abaixo na hierarquia: é provável que os funcionários de alto nível atuem com base no aconselhamento dos mais juniores quando fecham contratos. E, em alguns anos, quando esses funcionários juniores forem promovidos, você vai querer que eles tenham um vínculo positivo com sua empresa.

O fim do conflito entre marketing de vendas

Calder acredita que a pesquisa aponta para um caminho em que o marketing de conteúdo pode ajudar a eliminar o atrito entre vendas e marketing, o qual é generalizado em muitas empresas de B2B.

É comum os vendedores se sentirem frustrados com os esforços de marketing e reclamarem que os profissionais de marketing não agregam muito valor no ambiente de B2B. Os profissionais de marketing, por sua vez, frequentemente culpam o trabalho hesitante dos vendedores pelos resultados ruins.

Esta pesquisa, entretanto, sugere que os profissionais de marketing têm um papel importante a desempenhar na geração de prospectos de negócios, uma função que pode complementar as vendas.

Os clientes querem conteúdo de alto valor, e já não é suficiente os vendedores fornecerem uma brochura do produto como informação adicional. Por isso Calder sugere que os profissionais de marketing se concentrem no desenvolvimento de um forte portfólio de ofertas de conteúdo on-line.

Texto adaptado do site da Kellogg School of Manegement.

A diferença entre Marketing e Publicidade e Propaganda


Não é muito difícil encontrar pessoas que confundem o conceito de Marketing, Propaganda e Publicidade. “Ah, eu já estou fazendo Marketing, estou postando meu anúncio no Facebook”, é algo recorrente de escutar de empresários nos processos de consultoria.

Mas será que Marketing se resume mesmo ao post em uma rede social? E o que seria então propaganda e publicidade? A mesma coisa? Adianto que não. Entender melhor esses três conceitos podem ser um passo decisivo para entender melhor as estratégias e usar – de forma mais assertiva – a publicidade, a propaganda e o Marketing ao nosso favor.

Mas o que é Marketing?

Se seguirmos a risca sua definição, vamos encontrar que “o Marketing é uma atividade, um conjunto de instituições e processos para criar, comunicar, entregar e trocar ofertas que tenham valor para os consumidores, clientes, parceiros e sociedade em geral” (definição da American Marketing Association). Trocando em miúdos, é uma série de estratégias e técnicas que buscam agregar valor a marcas ou produtos, de atender as necessidades do cliente. Toda empresa ela precisa suprir determinado problema, resolver uma situação e para isso ela precisa mostrar isso aos seus clientes.

Por isso, Marketing deve ser a essência de um negócio. Ele deve estar enraizado em todos os departamentos, tudo deve estar ligado. E uma frase que simboliza todo esse envolvimento é do David Packard, fundador da HP: “Marketing é importante demais para ser entregue ao departamento de marketing”. Ou seja, trata-se da espinha dorsal de uma empresa. Toda organização bem orientada e direcionada está fazendo Marketing em busca, justamente, de atender e comunicar seu público-alvo.

Hoje em dia, ao chegar em uma livraria ou colocar no Google, você verá um quase infinito arsenal de conceituações e ramificações para o Marketing. São ramificações que buscam explorar com mais detalhes cada uma das estratégias, muitas vezes, sendo bem crítico, são “o mais do mesmo” lançado com outro nomes para promover professores ou vender mais livros.

O que é Publicidade?

A publicidade é uma maneira de estimular o cliente a realizar a compra. É um dos meios de anunciar ou promover um determinado produto ou serviço. Nele se pode usar espaços comerciais como veículos de comunicação, redes sociais, outdoor, seus próprios consumidores através do boca-boca, enfim… existem dezenas de plataformas e meios para fazer o seu produto ou serviço ser conhecido. Para esse intuito, geralmente, a publicidade apropria-se de estratégias de persuasão como informar, mostrar vantagens, apresentar benefícios, fazer comparativos, informar preços, descontos, atiçar o medo, entre outros.

E a Propaganda, onde entra?

Você já deve ter escutado que a Propaganda e Publicidade são a mesma coisa. certo? E para falar a verdade, na prática, o mercado também considera isso. Inclusive, o CENP (Conselho Executivo das Normas-Padrão), que é a entidade criada para assegurar boas práticas comerciais entre Anunciantes, Agências de Publicidade e Veículos de Comunicação, indica que tanto a publicidade e propaganda tratam-se de “qualquer forma remunerada de difusão de ideias, mercadorias, produtos ou serviços”.

No entanto, quando vamos para os estudos acadêmicos, a diferenciação entre esses dois conceitos acontecem. A publicidade tem a intenção de promover empresas, produtos e serviços, enquanto a propaganda está no campo das causas e ideologias. Por isso a propaganda estaria mais ligado a questões que envolvem ideia, princípio, doutrina, causa ou prática. Por isso, atrelamos a Propaganda quando ela possui, por exemplo, o caracter mais eleitoral, governamental, religioso, relacionado à guerra. Exemplo: a propaganda eleitoral gratuita perto da eleição. Outro exemplo, a imagem do Tio Sam com o dedo apontado para frente na Primeira Guerra Mundial, que se tornou uma propaganda histórica emblemática.

* Com informações do Administradores

Como os dados dos usuários do Facebook foram usados na campanha de Donald Trump, nos EUA


Na semana passada, o Facebook anunciou acreditar que a consultoria Cambridge Analytica tenha obtido indevidamente os dados de 87 milhões de usuários – 443.117 brasileiros.

Mas como a consultoria usou esses dados?

A Cambridge Analytica usou um teste de personalidade chamado “Big Five” (ou os “Cinco Grandes”) para obter as informações de usuários que faziam o teste e também de seus amigos, sem sua permissão.

O teste avalia cinco traços de personalidade:

Abertura a experiências: Você está aberto a novas aventuras?

Responsabilidade: O quão cuidadoso você é?

Extroversão: Gosta de uma festa?

Agradabilidade: Quanta compaixão você sente pelos outros?

Irritabilidade: Você se preocupa ou se chateia com frequência?

Juntos, esses traços dividem as pessoas em diferentes tipos. Curtidas, fotos, compartilhamentos e mensagens dão ao Facebook e à consultoria noções de quem somos.

De posse desses dados, a Cambridge Analytica pôde ser capaz de dirigir anúncios para as timelines no Facebook de pessoas com personalidades específicas.

A Cambridge Analytica ofereceu seus serviços à campanha presidencial de Donald Trump em 2016. Um exemplo de como os dados podem ter sido usados na campanha: a Cambridge Analytica saberia dizer quais pessoas no Facebook teriam o perfil adequado para receber anúncios divulgando bandeiras específicas do candidato.

Esse anúncios seriam ‘moldados’, levando em conta os medos, necessidades e emoções das pessoas.

Uma das bandeiras de Trump era a defesa do porte de armas. Um internauta de perfil ‘aventureiro’ pode ter recebido mensagens de que a liberdade tinha de se protegida de ameaças externas; o ‘guardião’, de que armas são essenciais para proteger as pessoas; e a ‘executiva’, sobre a proteção de sua família e do futuro.

Mas essa avalanche de dados e mensagens pode fazer alguém ganhar uma eleição? É quase impossível provar isso. Ninguém consegue rastrear, em retrospecto, quem votou em quem por causa de um anúncio. Há muitas variáveis.

Agora, o mundo todo sabe como os dados de usuários no Facebook foram usados para tentar manipular eleições.

E agora, você ainda será influenciado por publicações no Facebook? Deixe seu comentário.

 

* Com informações da BBC

O que é e quais os benefícios de um infográfico? Confira!

Infográfico é uma ferramenta que serve para transmitir informações através do uso de imagens, desenhos e demais elementos visuais gráficos. Normalmente, o infográfico acompanha um texto, funcionando como um resumo didático e simples do conteúdo escrito.

Por isso com infográficos, é mais fácil compartilhar e entender informações complexas. Eles são ferramentas essenciais no mundo do marketing, que vem se tornando cada vez mais visual.

A vantagem do infográfico é a sua capacidade de ser personalizado visualmente de acordo com o tipo de público-alvo a ser abordado, tema, área de atuação, entre outros. Aliás, por ser uma ferramenta visual, a apresentação gráfica do infográfico é muito importante para a sua correta interpretação.

Um bom infográfico deve ser apresentado de modo organizado, facilitando a compreensão das informações nele contidas por diferentes níveis de pessoas, desde os técnicos até os leigos no assunto, por exemplo.

Quais são os benefícios de apostar em infográficos?

Infográficos representam dados estatísticos de maneira mais intuitiva e fácil de ser consumida, uma vez que traduzem ou expõem números de um modo mais agradável, até por que nada mais intimidador que linhas e mais linhas de dados e gráficos incompreensíveis;

Têm um potencial absurdo de se tornarem virais em vista da sua atratividade e facilidade de compartilhamento;

Por se tratar de sua natureza viral, número maior de pessoas irá ser redirecionado para a sua página, garantindo maiores oportunidades de atingir posições mais altas nos buscadores;

A disposição dos elementos nesse tipo de material facilita uma leitura mais dinâmica, pois cada informação possui seu determinado espaço na peça, sendo mais fácil de ser encontrada;

Os infográficos podem aumentar o tráfego do seu site em 12%;

Podem, também, ser ótimas ferramentas de branding, uma vez que você pode — e deve — usá-los para reforçar a identidade da sua marca.

Confira alguns modelos de infográficos criados pela Plin: