Facebook recebe multa bilionária e uma série de restrições sobre o que pode ou não fazer

Mais um recorde para o Facebook. Mas dessa vez em multa!

 

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A rede de Mark Zuckerberg recebeu uma multa no valor de 5 bilhões de dólares pela Federal Trade Commission (FTP), como parte de um acordo sobre as acusações de que a rede estaria manipulando indevidamente os dados dos usuários.

A multa é um número recorde para a FTP em casos de violação de privacidade de consumidores e se refere ao escândalo da Cambridge Analytica, no qual dados de mais de 50 milhões de usuários do Facebook foram indevidamente obtidos por uma empresa política de análise de dados.

Além da multa, a FTP também está impondo uma série de regulamentações dentro do Facebook para a proteção dos usuários.

 

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Vamos ver algumas delas:

  1. O Facebook deve ter uma maior supervisão sobre os aplicativos de terceiros.

Esse que foi o principal problema da plataforma com a Cambridge Analytica, que obteve informações dos usuários sem qualquer restrição do Facebook.

  1. O Facebook é proibido de usar números de telefone obtidos para ativar um recurso de segurança, como a autenticação de dois fatores, por exemplo, para fins de publicidade.

Esse número de telefone está sendo dado sob o pretexto de segurança e, portanto, o Facebook está sendo obrigado a não usar esses dados para obter ganhos financeiros (como publicidade).

  1. O Facebook deve fornecer uma notificação clara e visível de seu uso da tecnologia de reconhecimento facial e obter o consentimento expresso do usuário.

A partir de agora a plataforma deve alertar os usuários quando o software de reconhecimento fácil é utilizado.

  1. O Facebook deve estabelecer, implementar e manter um programa abrangente de segurança de dados.

Segundo Mark Zuckerberg em nota oficial, será criado um novo comitê de privacidade dentro do conselho do Facebook.

  1. O Facebook deve criptografar as senhas dos usuários e varrer regularmente para detectar se as senhas são armazenadas em texto puro.

Essa é uma medida interna para que os funcionários da empresa não tenham acesso a senhas dos usuários e externa para que hackcers não consigam recuperar a senha armazenada sem criptografia.

  1. O Facebook é proibido de pedir senhas de e-mail para outros serviços quando os consumidores se inscrevem em seus serviços.

A plataforma sempre busca identificar o usuário e uma das maneiras de fazer isso é usar serviços de terceiros que já tenham verificado a identidade de uma pessoa. Como pedir informações de login do Google, por exemplo. Agora a FPT diz que o Facebook não tem permissão para pedir essas informações de login dos usuários.

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Fim dos likes no Instagram? Veja dicas para se adaptar a essa nova fase

Texto:

Instagram tirou os likes? Sim, tirou.

Isso muda a interação dentro da rede? Não. Confira algumas dicas que a gente preparou para vocês saberem como se adaptar à essa nova fase.

Já iniciada no Canadá, a ação de tirar a visualização dos likes para os seguidores tem o objetivo de diminuir a competição dos usuários pelos números e focar mais em engajamento por comentários, reposts e interações por mensagens.

Deixando assim para que se foque cada vez mais em um conteúdo de boa qualidade e que gere curiosidade na audiência. Confere só essas dicas:

  1. Faça posts com pergunta para a audiência para que os usuários queiram interagir
  2. Voltar para o Facebook, lá tem likes e é importante estar nas duas redes
  3. Utilize mais os stories fazendo enquetes perguntando o que a sua audiência quer ver no feed.
  4. Destaque os stories para fazer com que o usuário entre no feed.
  5. Use o IGTV já ele publica diretamente no feed.

Dá uma olhada no vídeo que a Mari fez sobre o assunto.

Ah e vale lembrar que os likes continuam aparecendo para o usuário da publicação. Só não aparece para os seguidores.

Fale com a Plin que é especialista em planejamento de marketing e pode ajudar você a posicionar melhor as suas campanhas.

Contato:

comercial@plindigital.com

WhatsApp 51 9 9455 9255

 

A catarinense que tem mais tempo de estrada

A Neoway foi fundada quando dados ainda não eram considerados ouro e o termo Big Data ainda não havia sido reconhecido. Foi em 2002, em Florianópolis, Santa Catarina. Jaime de Paula usou toda a expertise no setor para auxiliar empresas como  Unilever, Suzano e Unimed. Hoje, a veterana canditada a unicórnio, tem soluções personalizadas a oferecer e uma plataforma de SaaS para análise e inteligência a partir de dados.

Em fevereiro deste ano, a Neoway galopou em busca do seu crescimento ao adquirir a startup de marketing digital Sevennova. Sua meta é crescer de 50 a 75% no ano.

Conheça a Neoway: http://bit.ly/2ZkypfY.

 

 

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Unicórnios brazucas: quem é quem no páreo

Algumas publicações atrás, iniciamos uma série que apresentou aquelas startups que alcançaram a meta de avaliação de U$ 1 bi o título de Unicórnio.  A partir de hoje, vamos falar daquelas que podem chegar a esta marca este ano.  Acompanhem!

A Creditas foi fundada em 2012, em São Paulo, por Sérgio Furio. Até 2017 operou com o nome de BankFacil, fornecendo produtos relacionados a crédito com garantia imobiliária ou automotiva.  Pode se tornar Unicórnio em 2019 depois de um crescimento de 2016 para 2017 de 700% de sua receita, de 2017 para 2018 de 500%.

Uma curiosidade a respeito da Creditas:  Furio chegou ao Brasil sem falar português e a decisão de investir aqui foi por saber que as taxas de juros no país chegavam a 200% ao ano.  Saiba mais sobre a Creditas aqui http://bit.ly/2ZbFaAC.

 

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Conheça o unicórnio que mata a sua fome

O marketplace online de entrega de comida iFood é brazuca e unicórnio desde novembro do ano passado.  Seu controle foi adquirido pela holding brasileira Movile, em 2014. O aplicativo criado em 2011 com sede em São Paulo, tem como fundadores Eduardo Baer, Felipe Fioravante, Guilherme Bonifácio e Patrick Sigrist.

Seu volume de uso é de 6 milhões de pedidos por mês e até 50 mil usuários simultâneos nos finais de semana. Quando bate a fome, também conhecido como horário de pico, são 50 pedidos por segundo.

Para conhecer mais sobre o iFood, clique aqui http://bit.ly/2Jb4t1S.

 

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Arco: o Unicórnio que veio do Ceará

Foi sem estardalhaço que a holding Arco Educação se tornou Unicórnio, quando em 2018, abriu seu capital na Nasdaq. Sua fundação data de 2006 e a empresa é dona da Plataforma de Ensino SAS e que providencia soluções turnkey, prontas para uso por outras instituições.
Apesar da origem cearense, a Arco Educação tem sede em São Paulo e foi fundada por Ari de Sá Neto. Hoje a empresa atende quase meio milhão de alunos em mais de mil escolas particulares.
Para saber mais sobre a Arco Educação, clique em http://bit.ly/2Vc1z3c.

 

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Unicórnios brazucas: acompanhe a série de posts sobre startups

Quando começaram a atingir o objetivo de U$ 1 bi de valor de marcado, as startups ficaram conhecidas como Unicórnio, afinal, a proporção era tão pequena que eram praticamente criaturas mitológicas raras.
Hoje, o chamado clube dos Unicórnios está ficando cada vez mais acessível e o objetivo a ser alcançado é o dos Decadórnios, ou seja, startups que chegaram a ser avaliadas em U$ 10 bi. Entre as 20 que já chegaram lá estão Uber, Didi Chuxing, WeWork, AirBNB e SpaceX.
A partir de hoje, toda semana a PlinDigital traz um pouco sobre os seis Unicórnios que, em fevereiro deste ano, estavam estabelecidos no Brasil. Vamos ao primeiro?
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Fundada em 2012, virou Unicórnio em janeiro de 2018. O app de mobilidade tem sede em São Paulo e seus fundadores são Ariel Lambrecht, Paulo Veras e Renato Freitas. A empresa iniciou suas atividades como 99Taxis e o objetivo na época de sua fundação era o de facilitar o acesso de passageiros a táxis convencionais. Ao dar de cara com a Uber, a empresa se adaptou, mudou o nome e o escopo. A 99POP passou também a integrar passageiros aos motoristas particulares. Quando a Didi Chuxing adquiriu a 99 é que ela virou Unicórnio. A chinesa já havia comprado parte da 99 em 2017.

 

Sofisticação e conforto se espalham nas redes sociais PlinDigital à frente da comunicação virtual da Masotti Porto Alegre.

Living, quartos de dormir, cozinhas. O mundo de sofisticação e qualidade da Masotti Porto Alegre agora passa pela equipe da PlinDigital. As campanhas de vendas dos produtos que são vistos como Objeto de Desejo ganham o olhar especializado do marketing digital. “Nosso objetivo é manter a equipe de vendas conectada com os clientes que buscam os produtos através da internet”, explica a diretora Mari Petek.

Acompanhe o trabalho da PlinDigital nas redes sociais da Masotti Porto Alegre no Facebook e Instagram.

 

Cover para Facebook – campanha Aconchego do Lar

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Peças para ação específica nas redes sociais


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Planejamento e ação de campanhas para WhatsApp junto a equipe de Vendas

 

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Dicas incríveis na nova série de vídeos da Mari Petek

As inovações e aquelas dicas que vão fazer o maior sucesso nas suas redes sociais estão na nova série de vídeos que a publicitária Mari Petek disponibiliza no canal da Plin Digital no You Tube .

You Tube Plin Digital
Para LinkedIn, a Mari reuniu três dicas especiais no mesmo vídeo para quem deseja aquela tão sonhada transição de carreira. Maquiagem, rede de conexões e participação em grupos são os temas. Clica aí para assistir e se inscreva no canal.

Facebook Ads. Ao ler isto você já pensa num dragão cuspidor de fogo? Calma! Neste vídeo a Mari conta sobre como conhecer bem sua audiência é um diferencial ao construir uma campanha. Ela também ensina que devagar se vai ao longe.

Compartilhe o vídeo 🙂

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Tecendo malhas digitais

Foi em agosto de 2018 que uma ação de RP digital lançou para as principais blogueiras e influencers as redes sociais da Penélope Tricot. A campanha personalizada, composta pelas peças card e tag criadas pela Plin, apresentou a marca para destaques como Cláudia Bartelle e Mirceia Ramos, que receberam em casa peças exclusivas e escolhidas especialmente para elas.

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Antes disso, a PlinDigital, em parceria com o designer Simon Bernardes, se dedicou a desenvolver naming e branding do cliente, e partiu do zero para a implementação do e-commerce da marca, com desenvolvimento do conceito e da plataforma digital, para que todo Brasil pudesse ter acesso a seus produtos e recebê-los com segurança e rapidez.  A logo criada ressalta a natureza da empresa e remete à arte de tecer manualmente peças do vestuário com linha e agulha.

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O empresário João Zanuzzi gravou um depoimento sobre a experiência de trabalho com a Plin Digital. Clique aqui e assista.