Segundo estudo, 98% das empresas brasileiras não sabem explorar o e-commerce

Quando o assunto é marketing digital, ganha força a importância que ele tem para o mercado de tecnologia e o sucesso que pode proporcionar a um e-commerce, com técnicas próprias do ramo é possível deixar o e-commerce bem posicionado, fazendo com que ultrapasse seus concorrentes e aumente suas vendas.

No Brasil, as lojas online crescem e batem cada vez mais recordes anuais. Os empresários têm investido no mercado de e-commerce, já que no século XXI, as pessoas estão muito preocupadas com a otimização do tempo. Sendo assim, foi justamente por isso que os comércios online surgiram.

No mundo de sites de buscas por produtos, quem faz o diferencial são as empresas que respondem as diversas dúvidas e informações do consumidor de forma rápida e clara. Quando empresários investem e contratam uma empresa de marketing digital, a venda é garantida, pois se não estiverem preparadas para respostas e soluções, perderão muito de seus investimentos em marketing.

Um estudo feito pela The Boston Consulting Group, apoiado pelo Google, apontou que mesmo as principais companhias nacionais estão longe de aproveitar o poderio total do marketing digital. A pesquisa, realizada com mais de 60 empresas em dez segmentos diferentes, confirmou que o marketing digital ainda requer um longo caminho no país para ser totalmente eficaz.

A maioria das empresas (55%) ainda se encontram em estágio emergente, enquanto 37% são apontados como conectados, 6% nascentes e, em pleno aproveitamento (ou multimomento), somente 2%. “Apenas 23% das empresas integram os dados on e offline. 59% delas sequer possuem integração dos dados online”, afirmou o sócio do BCG.

Segundo pesquisa, a economia do país, nos últimos anos, trouxe desafios para muitos empresários, que buscam mais oportunidades de crescimento para sua empresa. O marketing digital deixou de ser opção e está sendo considerado o principal canal de investimentos para publicidade, utilizada por empresas de diversos portes e segmentos, devido às suas vantagens e diferenciais.

Para isso, é necessário realizar um planejamento com os objetivos da empresa, programar um planejamento de marketing digital para sua loja online, escolher uma boa plataforma para hospedar seu e-commerce, determinar as formas de pagamento oferecidas aos clientes, como débito, crédito, dinheiro ou cheque, implementar sistemas de segurança com certificados SSL para seu e-commerce, alinhar as informações da loja online com o estoque da empresa e utilizar estratégias de SEO para posicionar o seu e-commerce na primeira página do Google.

Ao utilizar uma boa estratégia de SEO, as chances de conseguir mais visitas em sua loja online são bem maiores, já que a função dessas táticas é ajudar o Google a lhe enxergar.

A PlinDigital pode auxiliar você nesta missão, tornando sua empresa mais lucrativa e, com aumento de vendas, garantindo ganhos cada vez maiores.  Quer saber mais? Entre em contato conosco.

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Chatbot: o que é, suas plataformas e suas aplicações

Os chatbots são softwares que simulam a fala humana e são capazes de bater papo com usuários no Facebook e Telegram, por exemplo. Eles ganharam popularidade nos últimos anos e têm sido usados por várias empresas para atender clientes, dar informações sobre serviços, vender produtos, entregar conteúdo, entre outras funções. Essas ferramentas usam inteligência artificial e estão cada vez mais aperfeiçoadas. Ou seja, você não sabe, mas provavelmente já conversou com um robô.

Tipos de Chatbots

Chatbots para Atendimento a Clientes / SAC: Neste caso, a função principal do chatbot será automatizar o atendimento a clientes, normalmente o que chamamos de atendimento de primeiro nível (aquelas necessidades comuns e que correspondem a um alto volume de demanda). É possível converter os scripts do atendimento de call centers para a linguagem do atendente virtual. Usando o chatbot para automatizar estes tipos de atendimento, ganha-se em escala e os atendentes humanos podem ser direcionados para outros atendimentos e/ou funções de maior complexidade.

Chatbots para Captação de Leads: Considerando esta como função principal o chatbot estará preparado para estar disponível durante a visita e navegação de uma pessoa no site da sua empresa, explicando sobre os produtos e serviços mas principalmente envolvendo o visitante em um diálogo capaz de coletar as informações do lead (prospect) e assim encaminhar para o time comercial.

Até 2020, 85% das interações dos consumidores será conduzida por um mecanismo automático (chatbot) e será a primeira opção para diferenciar uma empresa de seus competidores.

O futuro dos chatbots

Apesar das possibilidades, os chatbots ainda têm um longo caminho pela frente. O Facebook, que há anos investe no desenvolvimento dessa tecnologia, anunciou em janeiro estar com foco em melhorar as habilidades de conversação dos robôs. A empresa indicou em um relatório alguns pontos-chave a serem aperfeiçoados. Entre eles, a consistência da personalidade, pois, normalmente eles não conseguem se lembrar do histórico do diálogo, e a reação quando não conhecem a resposta, que costumam ser programadas e limitadas.

Muitos chatbots modernos são treinados com diálogos de filmes. Mesmo os melhores roteiros não são conversas reais e naturais, portanto, os resultados dessa prática são, por vezes, estranhos. Para resolver, os engenheiros do Facebook fizeram seus próprios bancos de dados para treinar a inteligência artificial das máquinas. O arquivo tem mais de 160 mil falas e cada um dos chatbots usados recebeu uma pequena biografia, na tentativa de criar personalidades consistentes.

A companhia de Mark Zuckerberg não é a única a apostar nos chatbots. Especialistas da área têm previsões otimistas para a tecnologia. Em declarações à Forbes, afirmam que 2018 será um ponto de virada. Segundo os CEOs e fundadores de startups de tecnologias consultados, as empresas vão começar a enxergar o potencial de conversas automatizadas em grande escala e a tendência é o crescimento dos bots de bate-papo como instrumentos de comunicação com clientes, não apenas para suporte, mas também vendas. Alguns falam também em monetização, integração com plataformas de terceiros e interações offline. Todos concordam que os chatbots não substituem humanos, mas têm potencial para inovação.

Aplicações

As aplicações dos chatbots podem ser diversas, porém as mais comuns são:

Geração de Leads: Utilização de chatbots para reter o visitante do site através do diálogo e gerar leads para equipes comerciais, integrando com ferramentas de força de vendas ou disparando e-mail ou SMS.

E-commerce: As lojas virtuais atualmente utilizam chatbots como personagens para estabelecer contato com usuários, responder às perguntas e até mesmo concretizar vendas.

Marketing e Vendas: Os chatbots também podem ser utilizados para realizar campanhas de marketing e ações focadas em vendas, apresentando um diálogo que leve o cliente a se envolver com o produto e suas características.

Pesquisas: Os chatbots podem ser usados para transformar as extensas pesquisas de opinião e satisfação em diálogos amigáveis, evitando o tédio e a dispersão.

Atendimento ao Cliente: Uma das aplicações mais comuns dos chatbots. Realizar serviços de atendimento ao cliente, baseando-se nas dúvidas mais frequentes e assim eliminar posições de atendimento e/ou reduzir as filas de espera.

Agendamento e Reservas: Os chatbots podem ser utilizados para realizar agendamentos e reservas (consultórios, concessionárias, restaurantes, eventos e muitos outros) integrando com sistemas internos.

Qualificação de Bases de Dados e CRM: Os chatbots podem servir de interface para acesso à informações disponíveis em bases de dados, permitindo a qualificação dos dados e informações dos indivíduos através do diálogo.

Ensino e Aprendizado: Utilização de chatbots para ações de ensino e aprendizado, usando conteúdo de aulas para os alunos, podendo conversar sobre os assuntos específicos das diversas matérias dos cursos.

Entretenimento: Nestes casos os chatbots podem ser utilizados para diversas aplicações. Por exemplo, se apresentarem como personagens virtuais capazes de conversar com os internautas sendo fonte de entretenimento e causando curiosidade entre os usuários. Alguns desses aplicativos ficaram famosos por conta de suas respostas inusitadas que imitam uma conversação humana ou por serem capazes de adivinhar nomes de celebridades por meio de características apontadas pelos internautas.

Com marketing de conteúdo as empresas também podem prospectar negócios

É hora do almoço, mas em vez de bater papo com colegas ou ler o Twitter, você engole um sanduíche na sua mesa mesmo e participa de um webinar de 60 minutos oferecido por uma empresa de consultoria.

Os consultores esperam que, ao terminar o webinar (e o sanduíche), sua empresa esteja mais propensa a comprar os serviços que oferecem. É isso que acontece? Ou teria sido mais eficaz os consultores mandarem um representante para ministrar um workshop na hora do almoço ou convidar você para um seminário com patrocínio?

O webinar é quem ganha, de acordo com uma nova pesquisa de Bobby Calder, professor de marketing na Kellogg School, e Wei-Lin Wang, Edward Malthouse e Ebru Uzunoglu, todos do Centro de Pesquisa Spiegel da Medill School.

Em um estudo de marketing de conteúdo em empresas que atuam no ramo de “business-to-business”, os pesquisadores descobriram que as ofertas digitais, como webinars, folhetos informativos e blogs de marcas, são ferramentas valiosas que resultam em mais prospectos de negócios e, em última análise, em mais vendas do que as que ocorrem em eventos de marketing de conteúdo presencial, como conferências, workshops e mesas redondas.

Teste da eficácia das atividades B2B de marketing de conteúdo

O marketing de conteúdo, ou CM, explodiu na última década, pois os profissionais de marketing estão cada vez mais cientes de que a publicidade tradicional não retém a mesma importância que costumava ter e que o CM é uma ferramenta que atrai os clientes atuais.

Assim, as marcas e as empresas se voltaram para o CM, usando de tudo, desde questionários patrocinados em sites com alto índice de tráfego, como o Buzzfeed, até eventos corporativos chamativos, como o Festival de Culinária, Ideias e Música da Chipotle.

Embora um número cada vez maior de pesquisas demonstra a eficácia de esforços de marketing de conteúdo como esses em empresas voltadas para o consumidor, compreende-se menos o papel do CM em empresas B2B. A pesquisa de Calder não só valida os investimentos que grandes empresas como a GE e a IBM criaram no marketing de conteúdo B2B, como também é a primeira vez que se testa a eficácia de diferentes tipos de atividades de marketing de conteúdo.

O poder do marketing de conteúdo digital

Uma empresa líder em consultoria forneceu aos pesquisadores os dados de eventos realizados entre 2013 e 2016. O conjunto de dados incluiu 1.203 eventos digitais e 919 presenciais. A empresa também compartilhou informações sobre as contas comerciais com as quais trabalhou, incluindo cargos de mais de 160 mil funcionários de 784 grandes contas convidados a participar dessas ofertas de CM, bem como informações sobre quase 50 mil oportunidades de vendas associadas às contas.

Os pesquisadores reuniram informações sobre quais funcionários participaram dos eventos presenciais e sobre os funcionários e as contas que acessaram os materiais digitais do prestador de serviços.

Assim, os pesquisadores puderam realizar uma “corrida” estatística, diz Calder, depois de controlar fatores como a proximidade geográfica entre o prestador de serviços e a conta, o tempo da relação comercial entre os dois participantes da interação e as tendências econômicas mais relevantes que poderiam afetar os resultados das vendas.

O envolvimento dos funcionários da conta com as oportunidades de CM digital resultou em mais prospectos de vendas e mais vendas concluídas, conhecidas como oportunidades conquistadas. Porém, para a surpresa de Calder, os eventos de CM presenciais pareciam não influenciar os prospectos de negócios ou as oportunidades conquistadas.

Calder acredita que isso acontece porque participar de um evento presencial frequentemente exige muito mais tempo dos funcionários da conta, que pode parecer mais fardo do que benefício: você precisa deixar sua mesa, deixar de lado outras tarefas por um tempo, e talvez viajar para chegar até o evento. Uma vez estando lá, é fácil se distrair com os aspectos sociais do encontro, tais como coquetéis, bate-papo, networking e se esquecer da empresa que patrocinou o evento.

Em contrapartida, se estiver assistindo a um webinar durante o horário de almoço, você pode ter uma sensação mais forte de que a empresa patrocinadora está “fazendo algo por mim”, diz Calder.

Esses resultados apontam para o enorme poder do conteúdo de mídia como um fator de influência no comportamento.

O poder do marketing de conteúdo digital “faz mais sentido do que se poderia imaginar”, explica Calder.

Marketing de conteúdo deve atingir toda a hierarquia

Outro dado importante obtido pela pesquisa: é importante segmentar o CM entre os funcionários de contas juniores e intermediários, não apenas os executivos.

Embora os funcionários de alto nível tenham contribuído mais para o aumento das vendas, os pesquisadores descobriram que os funcionários de contas em todos os níveis ajudaram a aumentar os prospectos quando o CM digital contou com a sua participação.

Os pesquisadores observam que o envolvimento somente dos funcionários de alto nível resultou em um aumento nas oportunidades conquistadas, mas isso não significa que os profissionais de marketing devam ignorar aqueles que estão abaixo na hierarquia: é provável que os funcionários de alto nível atuem com base no aconselhamento dos mais juniores quando fecham contratos. E, em alguns anos, quando esses funcionários juniores forem promovidos, você vai querer que eles tenham um vínculo positivo com sua empresa.

O fim do conflito entre marketing de vendas

Calder acredita que a pesquisa aponta para um caminho em que o marketing de conteúdo pode ajudar a eliminar o atrito entre vendas e marketing, o qual é generalizado em muitas empresas de B2B.

É comum os vendedores se sentirem frustrados com os esforços de marketing e reclamarem que os profissionais de marketing não agregam muito valor no ambiente de B2B. Os profissionais de marketing, por sua vez, frequentemente culpam o trabalho hesitante dos vendedores pelos resultados ruins.

Esta pesquisa, entretanto, sugere que os profissionais de marketing têm um papel importante a desempenhar na geração de prospectos de negócios, uma função que pode complementar as vendas.

Os clientes querem conteúdo de alto valor, e já não é suficiente os vendedores fornecerem uma brochura do produto como informação adicional. Por isso Calder sugere que os profissionais de marketing se concentrem no desenvolvimento de um forte portfólio de ofertas de conteúdo on-line.

Texto adaptado do site da Kellogg School of Manegement.

A diferença entre Marketing e Publicidade e Propaganda


Não é muito difícil encontrar pessoas que confundem o conceito de Marketing, Propaganda e Publicidade. “Ah, eu já estou fazendo Marketing, estou postando meu anúncio no Facebook”, é algo recorrente de escutar de empresários nos processos de consultoria.

Mas será que Marketing se resume mesmo ao post em uma rede social? E o que seria então propaganda e publicidade? A mesma coisa? Adianto que não. Entender melhor esses três conceitos podem ser um passo decisivo para entender melhor as estratégias e usar – de forma mais assertiva – a publicidade, a propaganda e o Marketing ao nosso favor.

Mas o que é Marketing?

Se seguirmos a risca sua definição, vamos encontrar que “o Marketing é uma atividade, um conjunto de instituições e processos para criar, comunicar, entregar e trocar ofertas que tenham valor para os consumidores, clientes, parceiros e sociedade em geral” (definição da American Marketing Association). Trocando em miúdos, é uma série de estratégias e técnicas que buscam agregar valor a marcas ou produtos, de atender as necessidades do cliente. Toda empresa ela precisa suprir determinado problema, resolver uma situação e para isso ela precisa mostrar isso aos seus clientes.

Por isso, Marketing deve ser a essência de um negócio. Ele deve estar enraizado em todos os departamentos, tudo deve estar ligado. E uma frase que simboliza todo esse envolvimento é do David Packard, fundador da HP: “Marketing é importante demais para ser entregue ao departamento de marketing”. Ou seja, trata-se da espinha dorsal de uma empresa. Toda organização bem orientada e direcionada está fazendo Marketing em busca, justamente, de atender e comunicar seu público-alvo.

Hoje em dia, ao chegar em uma livraria ou colocar no Google, você verá um quase infinito arsenal de conceituações e ramificações para o Marketing. São ramificações que buscam explorar com mais detalhes cada uma das estratégias, muitas vezes, sendo bem crítico, são “o mais do mesmo” lançado com outro nomes para promover professores ou vender mais livros.

O que é Publicidade?

A publicidade é uma maneira de estimular o cliente a realizar a compra. É um dos meios de anunciar ou promover um determinado produto ou serviço. Nele se pode usar espaços comerciais como veículos de comunicação, redes sociais, outdoor, seus próprios consumidores através do boca-boca, enfim… existem dezenas de plataformas e meios para fazer o seu produto ou serviço ser conhecido. Para esse intuito, geralmente, a publicidade apropria-se de estratégias de persuasão como informar, mostrar vantagens, apresentar benefícios, fazer comparativos, informar preços, descontos, atiçar o medo, entre outros.

E a Propaganda, onde entra?

Você já deve ter escutado que a Propaganda e Publicidade são a mesma coisa. certo? E para falar a verdade, na prática, o mercado também considera isso. Inclusive, o CENP (Conselho Executivo das Normas-Padrão), que é a entidade criada para assegurar boas práticas comerciais entre Anunciantes, Agências de Publicidade e Veículos de Comunicação, indica que tanto a publicidade e propaganda tratam-se de “qualquer forma remunerada de difusão de ideias, mercadorias, produtos ou serviços”.

No entanto, quando vamos para os estudos acadêmicos, a diferenciação entre esses dois conceitos acontecem. A publicidade tem a intenção de promover empresas, produtos e serviços, enquanto a propaganda está no campo das causas e ideologias. Por isso a propaganda estaria mais ligado a questões que envolvem ideia, princípio, doutrina, causa ou prática. Por isso, atrelamos a Propaganda quando ela possui, por exemplo, o caracter mais eleitoral, governamental, religioso, relacionado à guerra. Exemplo: a propaganda eleitoral gratuita perto da eleição. Outro exemplo, a imagem do Tio Sam com o dedo apontado para frente na Primeira Guerra Mundial, que se tornou uma propaganda histórica emblemática.

* Com informações do Administradores

O que é e quais os benefícios de um infográfico? Confira!

Infográfico é uma ferramenta que serve para transmitir informações através do uso de imagens, desenhos e demais elementos visuais gráficos. Normalmente, o infográfico acompanha um texto, funcionando como um resumo didático e simples do conteúdo escrito.

Por isso com infográficos, é mais fácil compartilhar e entender informações complexas. Eles são ferramentas essenciais no mundo do marketing, que vem se tornando cada vez mais visual.

A vantagem do infográfico é a sua capacidade de ser personalizado visualmente de acordo com o tipo de público-alvo a ser abordado, tema, área de atuação, entre outros. Aliás, por ser uma ferramenta visual, a apresentação gráfica do infográfico é muito importante para a sua correta interpretação.

Um bom infográfico deve ser apresentado de modo organizado, facilitando a compreensão das informações nele contidas por diferentes níveis de pessoas, desde os técnicos até os leigos no assunto, por exemplo.

Quais são os benefícios de apostar em infográficos?

Infográficos representam dados estatísticos de maneira mais intuitiva e fácil de ser consumida, uma vez que traduzem ou expõem números de um modo mais agradável, até por que nada mais intimidador que linhas e mais linhas de dados e gráficos incompreensíveis;

Têm um potencial absurdo de se tornarem virais em vista da sua atratividade e facilidade de compartilhamento;

Por se tratar de sua natureza viral, número maior de pessoas irá ser redirecionado para a sua página, garantindo maiores oportunidades de atingir posições mais altas nos buscadores;

A disposição dos elementos nesse tipo de material facilita uma leitura mais dinâmica, pois cada informação possui seu determinado espaço na peça, sendo mais fácil de ser encontrada;

Os infográficos podem aumentar o tráfego do seu site em 12%;

Podem, também, ser ótimas ferramentas de branding, uma vez que você pode — e deve — usá-los para reforçar a identidade da sua marca.

Confira alguns modelos de infográficos criados pela Plin:

Você sabe o que é o Joyz? Descubra

O Joyz é o app de doações que faz a diferença de verdade!
É uma rede focada em ter como usuários apenas pessoas engajadas em fazer o bem e ajudar quem mais precisa. No Joyz seu clique tem valor: com impacto real, todos são bem-vindos a fazer ou receber doações em dinheiro sem taxas e sem pesar no bolso de quem doa! E nós, da PlinDigital, conversamos com a criadora do aplicativo: Juliana Ferreira.

Confere o que ela disse:

PlinDigital: Como surgiu a ideia de criar o Joyz?
Juliana Ferreira: Muitos de nós já havíamos passado por momentos de frustração ao tentar fazer o bem com doações, mas sem saber ao certo se a pessoa ou entidade iria realmente fazer bom uso do dinheiro. Até pq, é difícil encontrar alguém que realmente precise quando não temos um parente próximo ou indicação de amigos.
Percebemos que as pessoas que costumam fazer campanhas solidárias utilizam principalmente o Instagram e o Facebook para divulgação. Entretanto, apesar do alto engajamento nas publicações, as doações em si, que é o que realmente farão a diferença, são baixas. Os principais motivos apontados são vergonha de doar pouco e medo de doar para uma causa que não aproveite o dinheiro devidamente.
Assim, o Joyz app surgiu para ser uma rede que aproxima aqueles que precisam de ajuda daqueles que querem ajudar, ao mesmo tempo que pode ser uma empresa lucrativa.

PD: De forma resumida, o que é o app?

JF: O Joyz app é uma nova forma de fazer e receber doações filantrópicas. É uma rede de uso fácil e divertido, que possibilita doações a partir de R$ 0,10 (um Joyz) com um único click.
As campanhas do Joyz podem ser feitas não apenas por grandes ONG’s, por exemplo. Qualquer um que tenha uma causa do bem pode criar sua campanha, seja ela para ajudar um filho doente, um abrigo de animais, uma instituição de apoio a pessoas carentes, etc. Não temos a pretensão de mudar o mundo, mas acreditamos fortemente, que podemos sim, melhorar o ambiente ao nosso redor. O clichê de que se cada um fizer um pouco, faremos a diferença, é uma verdade máxima no Joyz.

PD: Quais as diferenças dele para sites de vaquinha?
JF: Um grande diferencial, é que no Joyz as campanhas criam laços fortes com os doadores, pois os usuários retornam constantemente ao app para ver novos posts, assim como costumam fazer no Instagram. Desta forma, eles doam frequentemente e surge uma relação de longo prazo, bem diferente do que ocorre quando alguém entra em sites de vaquinha, doa e sai, sem nenhuma interação.
Além disso, damos 40 Joyz bônus (R$ 4,00) aos novos usuários, para que eles já possam fazer as primeiras doações às causas que preferirem, assim que entrarem no app e sem botar a mão no bolso, até para entenderem melhor como é o app e como usá-lo.
Ressalto que tudo o que for comprado e doado em Joyz, é repassado integralmente às campanhas, que também não pagam nenhum tipo de taxa na hora de retirar o valor arrecadado. 😉

PD: Como usar o app?
JF: Basta o usuário baixar o app Joyz e criar seu perfil com foto e descrição.
Imediatamente, o usuário já receberá seus primeiros bônus para doar a quem preferir ou manter em seu saldo caso tenha entrado no app para criar uma campanha.
Ai, é só encontrar as causas que mais agradam ao usuário para doar seus bônus no botão roxo com um “J” que fica no meio de cada foto.

Segue aqui link que ensina como usar as funções básicas do app: Como usar o app Joyz

Teve tendências para 2018, no SXSW

Você acha que o futuro da mídia está nos smartphones? Esqueça. Segundo a futurista Amy Webb, professora da NYU Stern School of Business e fundadora do Future Today Institute, 2018 marcará o início do fim dos celulares inteligentes. A previsão foi feita em sua concorrida apresentação Tendências de Tecnologia para 2018, que lotou o auditório de 600 lugares na manhã deste domingo, 11, no SXSW, em Austin, Texas.

O prognóstico é a progressiva transição na próxima década da era dos computadores e celulares para vestir a tecnologia, usando comandos de voz, tato e voz. As mudanças devem radicalmente mudar a forma como se consome noticias, a começar pela postura corporal. “As pessoas podem se tornar mais sociáveis, não estaremos todos olhando para baixo como agora. Na China, você já pode sorrir para pagar suas compras, o sistema reconhece você”, exemplificou.

Outra tendência seria a fragmentação da internet, a partir da difusão de regulamentações em diferentes países: “Se vocês acham que temos um problema com fake news agora, vocês não sabem o que está por vir”, alertou a palestrante. Ao final da apresentação, ela divulgou o link para dois relatórios, com a compilação das tendências globais de tecnologia em 2018 e, também, seu impacto na área de mídia e jornalismo.

“Jornalistas precisam entender o que inteligência artificial é, o que não é, e o que isso significa para o futuro das notícias. Pesquisas avançadas em inteligência artificial têm progredido tanto, que hoje é um componente fundamental do nosso trabalho no Future Today Institute”, registra um dos trechos da publicação destinada a jornalistas. O documento também destaca elas estão presentes em todas as principais tendências do relatório, e é de vital importância que todos os tomadores de decisão na área do Jornalismo estejam familiarizados com os atuais e emergentes cenários de inteligência artificial.

Acesse os relatórios (em inglês):

Relatório Tendências de Tecnologia para Journalismo e Mídia 2018

https://futuretodayinstitute.com/2018-tech-trends-for-news/

Relatório Tendências de Tecnologia 2018

https://futuretodayinstitute.com/2018-tech-trends-annual-report/

Fonte: Letícia Duarte para Coletiva.net

Quando a informação se torna experiência: o uso da realidade aumentada no Jornalismo

Realidade virtual e Realidade Aumentada estão entre os temas mais discutidos no SXSW de 2018 que, nesta segunda-feira,12, está em seu quarto dia, em Austin, no Texas. São mais de 60 palestras dedicadas ao assunto ao longo do evento, em diferentes áreas, e o Jornalismo não fica de fora. O uso dessas tecnologias é uma realidade em redações norte-americanas, como o Washington Post. A experiência foi compartilhada, hoje, no painel ‘Realidade, mas melhor: aumentando o mundo com notícias’.

Na ocasião, o diretor de iniciativas estratégicas do Post, Jeremy Gilbert, contou como a tecnologia vem ajudando o veículo a proporcionar ao leitor uma experiência mais imersiva nas coberturas. Iniciado em 2017, o uso de realidade aumentada ganhou uma seção própria no aplicativo do celular do jornal – e vem sendo usada em projetos especiais, como a cobertura da Olimpíada de Inverno deste ano. Com o celular nas mãos, o leitor podia correr e comparar sua velocidade com a de corredores olímpicos, em uma tela que se assemelha a um videogame. Atualmente, quase 20 pessoas na redação – que reúne 800 jornalistas – dedicam-se a criar esses projetos.

“No início, havia certo ceticismo na redação, questionando se valia a pena o esforço e o investimento, se era relevante. Mas temos construído uma cultura coletiva, e temos uma boa resposta dos leitores”, detalhou Gilbert, em entrevista para o Coletiva.net. Erica Anderson, que comanda a área de narrativas de imersão do Google News Lab, prevê que, em cinco anos, a realidade virtual e aumentada estará popularizada nas coberturas jornalísticas.

“Estamos muito perto disso, a tendência é que essas tecnologias se tornem mais acessíveis e populares, e os jornalistas vão aprender a usá-las. No futuro próximo, a informação será experiência e estará ao nosso redor”, disse, durante sua apresentação no painel.

O que está sendo feito

No link abaixo, você pode conferir alguns outros exemplos de uso da Realidade Aumentada no jornalismo norte-americano. O material foi disponibilizado por outro participante do painel, o professor de tecnologia emergente da Universidade de Norte Carolina Steven King. A recomendação é de que as histórias sejam acessadas pelo celular, o que possibilita uma melhor experiência do que no computador:

https://medium.com/@steven_king/sxsw-panel-reality-but-better-augmenting-the-world-with-news-899d3cc3b8af

Fonte: Coletiva.net

O Instagram mudou!

Pode acreditar!!!

É que nos últimos meses o Instagram divulgou uma série de novas regras e mudanças no algoritmo, o que gerou muita confusão e frustração por parte dos usuários.

Porém, apesar de num primeiro momento estas mudanças parecerem ruins, se você estiver assessorado por uma boa equipe de marketing digital vai conseguir resolver o problema. Nós da PlinDigital vamos desmistificar as mudanças. Continue lendo:

Alcance de 10%?

Esse é o boato mais forte em relação às mudanças que o Instagram sofreu. A verdade é que quanto mais curtidas, comentários e visualizações tiver o seu post, mais ele tem chance de ser privilegiado no ranking do Instagram. Isso porque o algoritmo entende que o post é interessante, tem qualidade e potencial de engajamento. Assim ele facilmente chega a mais de 10% dos seus seguidores.

Muitas vezes, pelo simples fato de um conteúdo ter sido postado na melhor hora para o canal ele já tem mais engajamento. Assim, fique ligado nos melhores horários para postar no Instagram e melhore naturalmente o alcance das suas postagens.

Engajamento

Esqueça aqueles comentários manjados como “sensacional”, “adoro”, “top”, eles podem ter efeito reverso e não ajudar o post a aumentar o engajamento, além disso, as contas que se utilizarem desse “truque” poderão até ter suas funcionalidades limitadas. Já aquelas que recebem comentários realmente relevantes terão destaques.

Contas pesquisadas

O Instagram quer muito saber por quem você se interessa, ou o que interessa para você. Por isso, os perfis que você busca na rede  mostram quais posts podem ser do seu interesse.

Se você não segue a pessoa que você buscou, não estranhe se receber essa “sugestão” da própria rede. No caso de você segui-la, terá grande chance de ver no seu feed os posts publicados por ela.

Perfil comercial

Não tenha medo de mudar para um perfil comercial se você usa conta para divulgar seu negócio. Além da exposição, a conta de negócios no Instagram tem outras vantagens, como estatísticas adicionais de desempenho, que vão lhe auxiliar a pensar em uma estratégia para melhorar alcance, engajamento e divulgação de sua empresa.

As hashtags

Foi-se o tempo que o Instagram adorava uma overdose de hashtags. Agora é preciso cuidado e parcimônia, porque ao usar hashtags em excesso ou de forma indevida, a publicação pode ser considerada um spam e até mesmo desaparecer da timeline. As boas práticas recomendam o uso de no máximo 5 hashtags por post.

São muitas as mudanças e as adaptações vão acontecendo aos poucos, mas nada melhor do que ficar por dentro e estar sempre um passo a frente.
A PlinDigital conta antes para você.

Unicef e Facebook criam robô que conversa sobre ‘pornô de vingança’ para ajudar vítimas

O Facebook e Unicef lançaram nesta segunda-feira (19) uma parceria para ajudar adolescentes que tiveram vídeos ou fotos íntimas expostas na internet, ou seja, foram alvos da chamada pornografia de vingança.

A rede social e o braço da ONU para criança e adolescente criaram um robô que usa o Messenger para conversar sobre o compartilhamento de imagens íntimas sem consentimento.

Para facilitar a conexão com adolescentes, as duas organizações deram rosto e nome para o robô: Fabi Grossi. Ela também é uma adolescente e tem uma história para contar: aos 21 anos, acabou de descobrir que o ex-namorado, com quem se relacionou por dois anos, vazou um vídeo íntimo dos dois. Assim como muitos jovens, ela:

* fala gírias;

* manda áudios (a narrativa de como ela soube do vazamento é feita assim);

* envia selfies (feitas no espelho do elevador mesmo);

* e tira fotos do que está vendo para explicar melhor um ponto.

Para dar cara e voz reais a ela, as organizações contrataram uma atriz. Do ponto de vista técnico, Fabi é um “chatbot”, um robô que usa serviços de mensagens para conversar com pessoas. Seu roteiro permite que ela bata papo durante 48 horas.

Apesar de ser programada para desabafar sobre o que acabou de descobrir, Fabi também está lá para ouvir e reagir a isso:

* Se percebe que está falando com uma vítima de pornografia de vingança, ela passa a falar menos de si e tenta entender em como pode ajudar;

* Se o interlocutor for alguém que ache que ela não se protegeu o suficiente e foi exposta por isso, passa a explicar porque é vítima e não descuidada;

* Se nota que do outro lado está alguém que já vazou conteúdo íntimo, Fabi explica como isso é nocivo e que ele pode ser responsabilizado judicialmente.

Sexting

A todos, ela dá dicas de como se precaver para que suas imagens íntimas não caiam na boca do povo da internet. E também orienta sobre como buscar orientação.