O Instagram mudou!

Pode acreditar!!!

É que nos últimos meses o Instagram divulgou uma série de novas regras e mudanças no algoritmo, o que gerou muita confusão e frustração por parte dos usuários.

Porém, apesar de num primeiro momento estas mudanças parecerem ruins, se você estiver assessorado por uma boa equipe de marketing digital vai conseguir resolver o problema. Nós da PlinDigital vamos desmistificar as mudanças. Continue lendo:

Alcance de 10%?

Esse é o boato mais forte em relação às mudanças que o Instagram sofreu. A verdade é que quanto mais curtidas, comentários e visualizações tiver o seu post, mais ele tem chance de ser privilegiado no ranking do Instagram. Isso porque o algoritmo entende que o post é interessante, tem qualidade e potencial de engajamento. Assim ele facilmente chega a mais de 10% dos seus seguidores.

Muitas vezes, pelo simples fato de um conteúdo ter sido postado na melhor hora para o canal ele já tem mais engajamento. Assim, fique ligado nos melhores horários para postar no Instagram e melhore naturalmente o alcance das suas postagens.

Engajamento

Esqueça aqueles comentários manjados como “sensacional”, “adoro”, “top”, eles podem ter efeito reverso e não ajudar o post a aumentar o engajamento, além disso, as contas que se utilizarem desse “truque” poderão até ter suas funcionalidades limitadas. Já aquelas que recebem comentários realmente relevantes terão destaques.

Contas pesquisadas

O Instagram quer muito saber por quem você se interessa, ou o que interessa para você. Por isso, os perfis que você busca na rede  mostram quais posts podem ser do seu interesse.

Se você não segue a pessoa que você buscou, não estranhe se receber essa “sugestão” da própria rede. No caso de você segui-la, terá grande chance de ver no seu feed os posts publicados por ela.

Perfil comercial

Não tenha medo de mudar para um perfil comercial se você usa conta para divulgar seu negócio. Além da exposição, a conta de negócios no Instagram tem outras vantagens, como estatísticas adicionais de desempenho, que vão lhe auxiliar a pensar em uma estratégia para melhorar alcance, engajamento e divulgação de sua empresa.

As hashtags

Foi-se o tempo que o Instagram adorava uma overdose de hashtags. Agora é preciso cuidado e parcimônia, porque ao usar hashtags em excesso ou de forma indevida, a publicação pode ser considerada um spam e até mesmo desaparecer da timeline. As boas práticas recomendam o uso de no máximo 5 hashtags por post.

São muitas as mudanças e as adaptações vão acontecendo aos poucos, mas nada melhor do que ficar por dentro e estar sempre um passo a frente.
A PlinDigital conta antes para você.

Unicef e Facebook criam robô que conversa sobre ‘pornô de vingança’ para ajudar vítimas

O Facebook e Unicef lançaram nesta segunda-feira (19) uma parceria para ajudar adolescentes que tiveram vídeos ou fotos íntimas expostas na internet, ou seja, foram alvos da chamada pornografia de vingança.

A rede social e o braço da ONU para criança e adolescente criaram um robô que usa o Messenger para conversar sobre o compartilhamento de imagens íntimas sem consentimento.

Para facilitar a conexão com adolescentes, as duas organizações deram rosto e nome para o robô: Fabi Grossi. Ela também é uma adolescente e tem uma história para contar: aos 21 anos, acabou de descobrir que o ex-namorado, com quem se relacionou por dois anos, vazou um vídeo íntimo dos dois. Assim como muitos jovens, ela:

* fala gírias;

* manda áudios (a narrativa de como ela soube do vazamento é feita assim);

* envia selfies (feitas no espelho do elevador mesmo);

* e tira fotos do que está vendo para explicar melhor um ponto.

Para dar cara e voz reais a ela, as organizações contrataram uma atriz. Do ponto de vista técnico, Fabi é um “chatbot”, um robô que usa serviços de mensagens para conversar com pessoas. Seu roteiro permite que ela bata papo durante 48 horas.

Apesar de ser programada para desabafar sobre o que acabou de descobrir, Fabi também está lá para ouvir e reagir a isso:

* Se percebe que está falando com uma vítima de pornografia de vingança, ela passa a falar menos de si e tenta entender em como pode ajudar;

* Se o interlocutor for alguém que ache que ela não se protegeu o suficiente e foi exposta por isso, passa a explicar porque é vítima e não descuidada;

* Se nota que do outro lado está alguém que já vazou conteúdo íntimo, Fabi explica como isso é nocivo e que ele pode ser responsabilizado judicialmente.

Sexting

A todos, ela dá dicas de como se precaver para que suas imagens íntimas não caiam na boca do povo da internet. E também orienta sobre como buscar orientação.

 

Facebook Brasil lança oficialmente sua marketplace


O recém-anunciado lançamento do Facebook Marketplace no Brasil gerou grande expectativa para quem atua no e-commerce brasileiro. O recurso, que já está disponível em mais de 40 países, visa facilitar todas as operações de compra e venda dentro da rede social e oficializar de vez essas atividades que já eram praticadas pelos mais de 550 milhões de membros do Facebook que entram no serviço em busca de grupos dedicados ao comércio.

A ferramenta oficializa de vez essas atividades que já eram praticadas pelos mais de 550 milhões de membros que visitam a rede social em busca dos Grupos dedicados ao comércio.

“Sabemos que as pessoas já usam o Facebook para comprar e vender entre elas em suas comunidades e, agora, estamos tornando esse processo mais fácil”, disse Karandeep Anand, diretor de gestão de produto do Marketplace.

Você poderá acessar a loja virtual pelo endereço facebook.com/marketplace; clicar em “Marketplace” na barra lateral do desktop; ou tocar no ícone de loja no iOS ou Android.

Como funciona?

Para vender, basta tocar no ícone de câmera e registrar fotos do seu produto, adicionando o título, descrição e preço.

Depois basta confirmar a sua localização e postar. Os interessados só precisam buscar pelo produto na plataforma, usando a localização GPS.

Ao decidir pelo item no Marketplace é preciso fazer uma oferta, com o valor que está disposto à pagar na negociação ou enviar uma mensagem para o outro usuário e combinar as informações de compra.

Para facilitar, há um histórico com os equipamentos anunciados por você e com os produtos negociados no Facebook.

Dicas de segurança para o Facebook Marketplace

O Facebook fornece algumas dicas de segurança para que a transação seja bem-sucedida:

* Encontrar o comprador/vendedor em um local público
* Fazer/receber o pagamento por meio de um intermediador (como o Paypal)
* Denunciar anúncios suspeitos
* Não negociar itens proibidos (como drogas, armas, animais, criptomoedas, etc).

Facebook: a Plin te ajuda a se reorganizar no meio dessa mudança toda

Recentemente o Facebook informou que vai diminuir as postagens com notícias que você vê. Se você é um usuário que está de saco cheio de ver anúncios e mais anúncios na rede, deve ter ficado bem feliz, mas você já pensou no outro lado? Naqueles usuários ou páginas que precisam anunciar no Facebook para manter sua relevância e assim continuar com seu bom andamento?

Para esses, essa medida do Facebook impactará diretamente em sua fonte de renda e até em manutenção de equipes e empregos. No entanto, é preciso entender o que essa mudança significa, seu motivo e qual o impacto ela trará para os usuários “comuns” e para as empresas.

O motivo

O dono e criador do Facebook, Mark Zuckerberg, explicou que a mudança veio a partir de reclamações de muitos usuários que não conseguiam mais acompanhar os posts de familiares e amigos na rede social, pois ela estava cheia de anúncios de produtos e notícias que, na opinião de muitos, não era relevante.

Outro fator, foi o propósito da rede social. Em sua comunicação oficial, Mark Zuckerberg reforçou que a missão do Facebook é conectar e aproximar o mundo, em suas palavras “bringing the world close together”, e o fato das publicações da sua timeline estar populada basicamente de vídeos e imagens de marcas não corrobora com isso.

As mudanças em 2018

Segundo o responsável pelo News Feed do Facebook, Adam Mosseri, as mudanças que acontecerão são as seguintes:

– As páginas de empresas perderão seu alcance;
– O tráfego por referência de páginas de empresas irá cair;
– O tempo de visualização de vídeos postados em páginas comerciais diminuirá.

Se sua página cria conteúdo relevante e que interage com o usuário, ela será menos afetada que aquela página que cria sem interação.

Reorganize-se

É muito importante que você esteja sempre atento às mudanças em todas as redes sociais, ou seja, é fundamental que sua empresa esteja presente em outros ambientes digitais (sites e outras redes sociais)

Para começar a reajustar suas velas o quanto antes, considere os seguintes fatores:

1) As redes sociais são um terreno alugado: adianta construir um edifício inteiro em um terreno que não é seu?
2) A importância da autenticidade: marcas precisarão ser mais autênticas do que nunca, precisarão adicionar um valor real ao seu público e produzir conteúdo com originalidade.
3) Redes sociais são para socializar: leve sempre essa máxima ao pé da letra.
4) Use o que aprendeu interagindo nas redes sociais para construir alicerces concretos.
5) Mantenha seu blog atualizado! (se você não tem um, está na hora de criar).
6) Por fim, mas não menos importante, questione-se sempre: que primeira impressão você quer passar para seu futuro cliente?

No entanto, se você ainda tem dúvidas sobre as mudanças que acontecerão no Facebook ou não sabe o que vai fazer para se tornar relevante na rede, entre em contato com a Plin ou deixe seu comentário. A gente ajuda você e seu negócio, .

5 dicas para monitorar as redes sociais de sua empresa ou cliente

Como saber o que as pessoas estão falando de sua marca ou empresa na Internet? E como monitorar isso? É possível tomar ações para evitar que um comentário negativo ganhe proporções gigantes? E o contrário: é possível fazer algo para impulsionar comentários positivos vindos de influenciadores? É sobre isso que Fátima Silana, especialista em comunicação, inteligência de dados e monitoramento em redes sociais do grupo E.life Buzzmonitor, falou em sua palestra durante a FINIT, feira de tecnologia e negócios que aconteceu em Belo Horizonte, Minas Gerais, segundo o Tecmundo.

1 – Monitore Earned Media

Fique de olho no que outras páginas estão falando sobre você. Crie uma lista com as páginas ou publicações que tenham maior propensão a comentar sobre sua marca ou cliente, e acompanhe tudo de perto. Uma menção pode ser uma oportunidade de explorar melhor o tema, levantar a bola de sua empresa ou mesmo replicar uma informação incorreta ou resolver um mal-entendido antes dele ganhar corpo.

2 – Mensure os resultados

Quem não mensura resultados não está fazendo um bom trabalho. De nada adianta se esforçar ao máximo se você não consegue entender o motivo daqueles sucessos ou fracassos. As redes sociais oferecem algumas ferramentas para realizar esse trabalho, como o mapa de hashtags mais comentadas ou a evolução dos comentários. As hashtags mais usadas pelo seu público podem identificar um tema de maior interesse, assim como um pico de comentários pode indicar um tema polêmico. Por isso, tão importante quanto mensurar, é definir o seu objetivo com a estratégia a ser tomada: quer engajar os usuários? Quer ter novos inscritos? Cada objetivo demanda ações diferentes.

3 – Monitore os canais de comunicação da sua página… e também da concorrência!

Não adianta monitorar apenas a página do Facebook da sua marca, mas bisbilhotar a concorrência também é um caminho importantíssimo para desenvolver estratégias. Dessa forma, você consegue entender as ações executadas por eles, que resultados eles obtiveram com isso e trazer essas experiências para você.

4 – Responda o seu consumidor

Promova a humanização da sua marca ao dialogar com seu consumidor. Sempre responda-o porque isso também provoca fidelização. Outra ação interessante é monitorar palavras-chave que tenham a ver com a sua marca. Um bom exemplo é o Dorflex, que monitora todas as menções ao termo “dor de cabeça” nas redes sociais. Quando alguém toca no assunto, o social media entra em ação e dá dicas para aquela pessoa minimizar o mal estar. “O nome do produto não é citado em nenhum momento e o texto nunca incentiva o uso do remédio, mas o consumidor ‘simpatiza’ com a marca e as chances dele comprar Dorflex ao ir à farmácia acaba sendo maior que o do concorrente”, explica Fatima.

5 – Explore a geolocalização

É possível monitorar a localização do seu estabelecimento, seja no Facebook, Twitter ou Instagram. Isso funciona muito bem para eventos: é possível dialogar, por exemplo, com todas as pessoas que postaram algo dentro do Rock in Rio, ou da Campus Party, ou de seu restaurante. Aproveite essa ferramenta!

Semana que vem postadores mais 5 dicas. Fique atento! 🙂

Marketing digital 2018: as principais tendências

A evolução das capacidades dinâmicas afetarão o modo como os comerciantes se conectam e envolvem clientes e prospects através do Marketing digital 2018.

Em 2017 o Marketing Digital viu inúmeras mudanças acontecer, e estas mudanças influenciaram em muito os meios de divulgação digitais.

Desta forma, separamos para você entender as 5 principais tendências que vão influenciar o marketing digital 2018

Tendências de Marketing Digital 2018 em Redes Sociais

As mídias sociais continuam a surpreender e impressionar todos os dias. Especialmente com as mudanças contínuas em seus algoritmos, não é tão fácil quebrar o código para obter um bom buzz.

No entanto, acompanhando esta evolução é visto de forma clara certas tendências que estão aqui para ficar  no mercado de Marketing Digital 2018 e redes Sociais.

Histórias Instagram

Constatemente o Instagram lance novas opções, porem todas estão sendo voltadas as histórias do Instagram e por um motivo claro: Elas cairam no gosto do povo!

Em apenas um ano, Instagram Stories está sendo usado por 200 milhões de pessoas por mês.

Dada a taxa em que sua popularidade está crescendo, certamente a prioridade orgânica deve alcançar mais usuários na rede sociais em 2018.

Influenciador de Marketing

O novo alvo é os Digitais Influencers. Com 67% dos profissionais de marketing que planejam aumentar seus orçamentos de marketing influenciadores no próximo ano, é certamente algo que vale a pena pensar.

Os influenciadores sociais podem ser extremamente benéficos ao expandir seu alcance e transmitir sua mensagem ao público-alvo. Porque o marketing do influenciador não é agressivo como anúncios tradicionais, a mensagem da sua marca também aparece com mais credibilidade.

Ao se conectar com influenciadores relevantes e criar um relacionamento de longo prazo com eles, você pode obter retornos incríveis.

Apenas tenha cuidado na hora de avaliar, pois existem muitos Fakes (principalmente no Instagram). Caso você não saiba como fazer, contrate uma agência de marketing digital para ajuda-lo

Vídeos ao vivo

Outra tendência de mídia social que você deve definitivamente alavancar em 2018: vídeos ao vivo.

De acordo com algumas ideias surpreendentes reveladas pelo Facebook, as pessoas passam 3 vezes mais tempo assistindo vídeos ao vivo do que os pré-gravados.

O envolvimento em vídeos ao vivo é 10x maior e ajudam muito as empresas a aumentar drasticamente seus seguidores sociais e seu engajamento tornando-as mais visíveis na internet.

Super otimização de sites para mecanismos de pesquisa – SEO

O óbvio precisa ser dito, porem com um alerta importante: O Google já anúncio mudanças novas em seu algoritmo de avaliação.

Na pratica cada vez mais os sites vão precisar receber boas referências de outros sites, a chamada estratégia Link Building, e vão precisar aumentar ainda mais a experiência positiva de um site.

Estar no Google bem posicionado, todos sabemos que pode mudar a vida de um negócio. E com a esta priorização do Marketing Orgânico, aumentará a competitividade para chegar nos Trends tops de pesquisa.

Novas ações impositórias do Google: AdSense e Android

A gigante não esta mais para brincadeira em relação aos parceiros anunciantes.

Agora, a Google quer impor restrições importantes nos contratos do Google AdSense limitando a exibição de anúncios de pesquisa dos concorrentes do Google.

Isso poderá impactar muito a forma como blogs e portais ganham dinheiro com a internet.

A outra imposição gira em torno dos requisitos de contrato para fabricantes de telefones Android. A empresa esta obrigando a pré-instalar da pesquisa Google e o navegador Chrome como padrão de serviço de pesquisa.

Na prática isso aumentará o uso do mecanismo e reduzir ainda mais a participação de concorrentes do segmento. Ou seja: O Google vai dominar o mundo!

O duopólio Facebook e Google nos anúncios continuará a reinar sobre observação pesada dos anunciantes.

Em 2017 o Facebook festejou um número absurdo de erros de  medição e relatórios. Relutantemente ele começou a aceitar o fato de sua plataforma ter tido algumas desinformações importantes.

Já o Google enfrentou seus próprios desafios com resultados de pesquisa ruins em 2017 e um alvoroço ao permitir que anúncios aparecessem ao lado de conteúdo altamente censurável, lucrando com anúncios em sites com informações falsa, discurso de ódio e teorias de conspiração.

Porem, apesar de tudo que o duopólio sofreu, sua dominação na indústria de anúncio continuará ativa porem sobre forte supervisão dos grandes anunciantes, fazendo-os ser mais responsáveis em 2018 com isso tudo.

Publicidade cada vez mais personalizada

O universo de dados capturados de usuários (as) tornam o mundo do marketing digital 2018 e de anúncios um universo cada vez mais personalizada em 2018.

O uso de dados de audiência não é por si uma novidades, mas agora é generalizado em todos os modos de publicidade digital, permitindo que as marcas faça super segmentações do seu público, usando para isso listas de e-mails, dados de fanpages, dados de acesso a sites, entre outros e tudo para aumentar o seu faturamento com marketing digital.

Assim, os editores estão buscando soluções e modelos para agrupar recursos de dados em busca de fornecer oportunidades publicitárias segmentadas e assertivas, tendo maior escala do que (talvez) eles mesmo possam por conta.

Formatos Interativos de anúncios

Pegando o gancho sobre a personalização de anúncios, e trabalhando em conjunto, os formatos de anúncios interativos terão um forte crescimento, tendo como principal objetivo e aumentar o engajamento do usuário e a interação com estes, segundo a Agência Procurada.

Entenda um pouco sobre transformação digital e no que essa transformação implica

Você já ouviu falar em transformação digital? Esse termo tem ganhado a atenção de empresas de todos os setores ao redor do mundo.

Mas o que é isso, exatamente? Há quem pense que se trata de um esforço de TI ou que envolve melhorar a experiência do cliente, além de uma infinidade de outras ideias e definições.

Porém, a transformação digital não é um conceito para o futuro, e sim algo pelo qual as empresas de hoje têm de dar o máximo de atenção para continuar vivas.

Por isso, de acordo com artigo publicado no site Marketing de Conteúdo, é preciso entender exatamente o que significa essa transformação, qual o seu impacto na sociedade e como aplicá-la nos processos de negócio.

O que é transformação digital

Se contextualizamos a necessidade da transformação digital com a história é mais fácil entender o que está acontecendo dentro dos negócios.

Empresas constituídas antes do surgimento da internet enfrentam um grande desafio: muitas das regras que orientavam o progresso dos negócios na era pré-digital não se aplicam mais.

A boa notícia é que a mudança é possível! Essas empresas podem se transformar e florescer na era digital.

Transformação digital é um processo no qual as empresas fazem uso da tecnologia para melhorar o desempenho, aumentar o alcance e garantir resultados melhores. É uma mudança estrutural nas organizações, dando um papel essencial para a tecnologia.

Mas então praticamente todas as empresas estão investindo nisso, certo? Errado! Esse conceito é muito mais amplo do que ter uma fanpage ou um blog corporativo.

Trata-se de uma mudança radical na estrutura das organizações, a partir da qual a tecnologia passa a ter um papel estratégico central, e não apenas uma presença superficial.

Isso leva tempo e consome recursos, mas não são só as grandes organizações que podem implantar programas de transformação digital, até porque isso não se resume a quem tem mais dinheiro.

Antes, é preciso entender o processo todo que leva a essa mudança e trabalhar de forma colaborativa para alcançá-la.

Isso, por si só, torna a transformação digital um desafio muito mais de gestão do que apenas de marketing ou tecnologia.

Entre os fatores que precisamos entender está o impacto desse tipo de mudança na sociedade de forma geral, o que nos leva ao próximo tópico.

Impacto da transformação digital na sociedade

É essencial compreender que a transformação digital tem profundo impacto sobre a sociedade, de maneira geral. A partir dessa conclusão, se torna mais claro o valor de implementar programas de mudança nas empresas.

Mas como esse impacto acontece? É simples, pense em como o uso da tecnologia vem transformando as nossas vidas a cada dia.

As coisas ficaram mais rápidas, o volume de informações é infinitamente maior que antes e não para de aumentar.

Tudo isso faz com que as pessoas estejam mais distraídas e exigentes do que nunca. Essa é a primeira mudança: há uma clara alteração de comportamento.

Além disso, a nossa vida ficou bem “mais fácil”, pois serviços e produtos automatizados oferecem uma comodidade impensada alguns anos atrás.

Pensando do ponto de vista de serviços de utilidade pública, como no caso de hospitais, autoridades policiais e bombeiros, isso significa mais vidas salvas graças à tecnologia.

Por outro lado, surgem desafios novos como transtornos ligados ao não preparo das empresas em relação às reclamações de clientes e o ato de digitalizar sem preocupar com a experiência do usuário ao longo do processo de compra.

Com a evolução da tecnologia, surgem tanto novas soluções quanto problemas que precisam de atenção, o que obriga as empresas a se adaptar para suprir as demandas da sociedade.

É aí que entra a transformação digital! Por meio dela, é possível otimizar vários processos. As possibilidades são ilimitadas.

Futuro e a geração Z

A geração Z é composta por pessoas que nasceram a partir de 1994 e são consideradas nativos digitais. De acordo com a Fast Company, até 2020 a geração Z representará 40% de todos os consumidores.

Essa geração cresceu cercada pelos dispositivos digitais. Portanto, elas serão as pessoas que mais cobrarão essas mudanças. E esse futuro não está distante. Hoje em dia, os mais velhos da geração já estão no mercado de trabalho, formando em faculdades.

Por serem multitarefas e poderem processar informações mais rapidamente do que qualquer geração anterior, os membros dessa geração estão aniquilando práticas de marketing que se tornaram obsoletas.

Eles são capazes de consumir conteúdos digitais em multi telas, usando uma ampla gama de dispositivos de forma simultânea. Além disso, eles já têm poder de compra e esperam que as empresas sejam digitais.

E qual o papel das empresas nesse contexto?

Elas são encarregadas de fornecer às gerações a tecnologia de espaço de trabalho digital que melhorará a experiência dos funcionários, com o objetivo de atender suas diferentes expectativas e preferências.

É preciso pensar na constante mudança do seu cliente para entender a importância da transformação digital.

 

Marketing baseado em pessoas

O objetivo da publicidade sempre foi o mesmo: alcançar a pessoa certa, no lugar certo, na hora certa, com a mensagem certa, a fim de gerar resultados comerciais reais.

No entanto, com o avanço de tecnologias como o celular, o tempo e a atenção das pessoas tornaram-se cada vez mais fragmentados, dificultando para os profissionais de marketing o trabalho de determinar quando, onde e qual é a melhor forma de alcançar as pessoas. Por esses motivos, os planejadores e estrategistas têm hoje a complicada missão de determinar a direção na qual planejar e otimizar suas mídias de forma mais eficaz.

O Facebook começou a observar que estratégias de marketing baseado em pessoas resultam em um melhor planejamento e medição em diferentes plataformas e dispositivos. Embora seja difícil mudar totalmente para esta estratégia hoje mesmo, há algumas maneiras de iniciar a caminhada de mudança e nos preparar para o futuro.

E o que torna o marketing baseado em pessoas diferente?

Vamos começar com um termo de comparação. Quando pensam em planejar para meios tradicionais (como TV, mídia impressa e publicidade externa), os profissionais de marketing observam as pessoas que compram um produto, classificam-nas em termos demográficos e, em seguida, procuram “o lugar certo” onde elas estão passando o tempo (ou seja, Programa A na Rede B ou Publicação Impressa C). O objetivo é encontrar o lugar certo para anunciar, mantendo todo o resto constante.

Da mesma forma, para o planejamento digital, os profissionais de marketing primeiro encontram seu público-alvo, mas agora podem ser mais específicos. Por exemplo, podemos procurar adultos com idade entre 18 e 34 anos, com interesse em café e que morem em Ohio. Então, podemos mostrar anúncios a pessoas desse grupo onde quer que elas estejam na Internet. O objetivo aqui é encontrar o grupo certo de pessoas, mantendo todo o resto constante.

Com o marketing baseado em pessoas, os profissionais de marketing não mantêm nada constante. Agora, podemos encontrar uma pessoa, em vez de grupos grandes como “Adultos de 18 a 34 anos” ou “pessoas que gostam de café” e alcançá-las em qualquer dispositivo ou plataforma que elas estejam usando. Isso porque, hoje, o alcance e a atenção estão fragmentados entre diferentes dispositivos e plataformas. Todas essas variáveis serão alteradas com cada exposição, e planejar para as pessoas onde elas estiverem permitirá aos profissionais de marketing dimensionar e alcançar com eficiência o objetivo de mostrar o anúncio certo, para a pessoa certa, na hora certa.

Foto: Reprodução Facebook

Medição baseada em pessoas e planejamento em ação

Para planejar para pessoas, é necessário entender onde elas estão passando tempo e o impacto das diferentes estratégias de marketing. Medir os canais em silos limita sua visibilidade em relação ao impacto total dos seus esforços de publicidade. Os resultados da medição baseada em pessoas podem ajudar a orientar todo o ciclo de vida do marketing, em diferentes dispositivos e canais. Com os dados e ferramentas baseados em pessoas, os profissionais de marketing podem vincular ações diretamente a pessoas reais onde quer que elas estejam, e podem preencher as lacunas de medição existentes em medições tradicionais baseadas em cookies, que não capturam a jornada completa do consumidor.

Os relatórios baseados em cookies distorcem os resultados da campanha e desperdiçam o dinheiro investido em anúncios

Representação excessiva

As Ferramentas de medição do Facebook, por exemplo, são baseadas em informações de pessoas e oferecem aos profissionais de marketing a capacidade de medir campanhas dentro e fora do Facebook, em desktops e em dispositivos móveis, e em qualquer ambiente online. Ao observar a atribuição e o alcance, essa abordagem garante aos profissionais de marketing uma visão holística de seu desempenho de publicidade, algo que antes não era possível.

Planejando com as pessoas em primeiro lugar

Os resultados de medição não devem ser isolados ao final da campanha, com a medição baseada em pessoas, você pode orientar todo o processo de planejamento da campanha para dar suporte às decisões desde o princípio. Com uma melhor percepção sobre onde estão as pessoas, e uma compreensão do canal ou do desempenho de mídia da plataforma, podemos alcançar as pessoas certas onde quer que elas estejam, para capturar o impacto de maior potencial.

Planejar para pessoas

Use as informações obtidas por meio da medição baseada em pessoas para planejar suas campanhas, alcançar as pessoas certas, na hora certa, e gerar melhores resultados comerciais.

Entrevista: a importância do marketing digital – Parte 1

A partir desta semana, nós da PlinDigital, estreamos aqui no blog uma série de entrevistas com pessoas que não são do mundo do Marketing Digital para mostrar a você que não precisa trabalhar ou estar neste meio para investir em comunicação digital.

Nosso primeiro entrevistado é Rodrigo Holler Petry, gerente administrativo e financeiro da Weco S/A Industria de Equipamentos Termo-Mecânico.

 

 

 

 

 

 

 

Confira:

Plin: Pra você o que é marketing digital?
Rodrigo Holler Petry: Forma de divulgação de produtos e serviços através de mídias sociais e meios, digamos, virtuais.

Plin: Qual importância que você para o assunto? Por quê?
RHP: Pessoalmente entendo como relevante, mas para a empresa em que trabalho tem especial relevância para um produto de uso de consumidores finais, enquanto os demais são para consumidores industriais ou PJ.

Plin: Você acredita que o marketing digital é o futuro quando o assunto é divulgação de serviços e negócios? Explique.
RHP: Sim, pois atinge de maneira dirigida os respectivos públicos-alvo, bem como pode ser feito de modo menos customizado, atingindo consumidores e mesmo não consumidores do produto/serviço divulgado.

Plin: Você tem alguma sugestão para a Plin?
RHP: Entendo que em qualquer negócio, o importante é tentar se colocar no lugar do cliente, com seus anseios e necessidades. Neste ramo da PLIN, pode ser especialmente relevante isso, pois via de regra os empresários têm limitado conhecimento da questão, e em vista do número crescente de ofertas nesta área, diárias e recebidas de diversas formas, por vezes cria uma confusão na cabeça destes empreendedores. Por isso, o importante é conseguir identificar o que cada cliente quer, conhece da questão, simplificando o assunto para um linguajar menos técnico e mais prático, direto. Com isso, creio que o cliente se sente mais confortável e vejo neste aspecto um importante meio de início de um relacionamento de fidúcia e longo prazo.

Use o LinkedIn para gerar leads


Muito mais do que uma rede social desenhada para facilitar o networking entre profissionais de negócios, o LinkedIn precisa ser visto como uma plataforma de interação entre pessoas influentes do mundo todo. Esse é o seu maior diferencial: conectar, de maneira única e simples, profissionais de diferentes nichos e interesses.

Por isso, através de dados demográficos profissionais como cargo, empresa, setor, nível de experiência, entre outros, você consegue segmentar as pessoas pessoas e encaminhar o material de divulgação da sua empresa de maneira mais assertiva. Além disso, também é possível através destes dados encontrar futuros profissionais e investidores para seu negócio.

Conheça alguns dados:

As taxas de conversão de leads do LinkedIn são 3x mais altas do que as de outras grandes plataformas de anúncios. Fonte: Análise da HubSpot do LinkedIn x Google Adwords (2016)

 

Fonte: Estudo LinkedIn Audience 360: Salesforce Advertising Index Report 2016

Quer usar o LinkedIn para conquistar mais clientes e investidores? Entre em contato com a Plin que vamos ajudar você.